terça-feira, 22 de maio de 2018

Estudo consegue distinguir natureza dos cânceres: se já ‘nascem’ malignos ou não

Pesquisa se concentrou em tumores colorretais
Na imagem, células de câncer de mama – Science Photo Library – Latinstock
LOS ANGELES – Cânceres metastáticos nascem malignos ou se tornam malignos? Esta é uma questão importante na detecção e no tratamento precoce da doença. Na falta de uma resposta clara, pacientes recebem terapias agressivas quando são descobertos precocemente pequenos e anormais aglomerados de células, ainda que eles possam ser inofensivos.

Em um estudo publicado esta semana na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences”, uma equipe de pesquisadores liderados por cientistas da universidade de Duke e da Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos, descobriu que, em tumores colorretais examinados, cânceres invasivos nascem já malignos, e essa tendência pode ser identificada em diagnóstico precoce.

— Nós descobrimos evidência de que tumores benignos e malignos começam de formas diferentes, e esse movimento de células, que é uma importante característica de malignidade, se manifesta muito cedo durante o crescimento de tumores — disse o autor principal, Marc D. Ryser. — Por exames de rastreamento de movimento precoce de células como um sinal de malignidade em tumores pequenos, pode ser possível identificar quais pacientes são propensos a se beneficiarem de tratamentos agressivos e quais não precisam deles.

Ryser e seus colegas se basearam em pesquisas anteriores para mostrar que em um subconjunto de cânceres humanos, muitos traços-chave de cânceres terminais já são impressos no genoma da célula. Isto é, eles nascem “destinados” a serem malignos.

Os pesquisadores analisaram 19 tumores colorretais humanos com com uso de tecnologia de sequenciamento de genes e modelos de simulação matemática. Eles encontraram “assinaturas” de movimento de células anormais precoces na maioria das amostras invasivas — nove de 15.

— O crescimento inicial do tumor terminal depende largamente dos impulsionadores presentes nas células fundadoras — afirma Ryser.

No entanto, o estudo é pequeno, e os pesquisadores reconhecem que uma pesquisa com uma amostra maior é necessária. Apesar disso, consideram a descoberta um passo importante para estabelecer um teste que distingua a natureza do crescimento dos cânceres: se são mortais ou inofensivos.

— Graças à tecnologias de triagem aprimoradas, diagnosticamos mais e mais tumores ainda pequenos — afirma o autor sênior Darryl Shibata, professor no Departamento de Patologia da escola de Medicina Keck da Universidade da Carolina do Norte. — Uma vez usar um tratamento agressivo em um paciente pode causar danos e efeitos colaterais, é importante entender quais tumores pequenos detectados são relativamente benignos e crescem devagar, e quais se tornarão fatais.

*Fonte: O Globo

segunda-feira, 21 de maio de 2018

PARABÉNS HUMBERLÂNDIA!!!

Hoje é um dia muito especial! E todos nós que fazemos parte do GASPEC, queremos lhe parabenizar, Humberlândia! Que seu aniversário, seja cheio de conquistas, vitórias, que você realize todos os seus sonhos e que Deus lhe abençoe hoje e sempre!
Feliz aniversário e muitos anos de vida!!!

DIOCESE DE MOSSORÓ: Ordenação Diaconal dos seminaristas José Alves Paiva Júnior e Marcílio Oliveira da Silva

A Diocese de Mossoró celebrou no domingo, 20 de maio a 'Ordenação' de mais dois Diáconos. 
A Ordenação Diaconal foi dos seminaristas José Alves de Paiva Júnior e Marcílio Oliveira da Silva.
O evento aconteceu com uma missa celebra pelo bispo Diocesano, Dom Mariano Manzana. A missa foi transmitida pela Rádio Rural de Mossoró e em Apodi, a missa também foi retransmitida pela FM Luta, 88,5 MHz.
Fotos- Jéssica Souza e Valéria Bulcão

Brasil terá mais de 29 mil casos de câncer associados ao peso em 2025, diz estudo

Maior número de tumores relacionados à obesidade será em mulheres. Estudo foi realizado com parceria entre instituições brasileiras, francesas e a Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.
O Brasil terá 29.490 casos de câncer associados a um elevado IMC (Índice de Massa Corporal) em 2025, mostra estudo publicado por pesquisadores brasileiros, americanos e franceses na “Cancer Epidemiology”. O número responderá a 4,6% de todos os casos de novos câncer diagnosticados.

Pesquisadores chegaram a esse dado a partir de projeções que tiveram por base cálculos realizados em 2012. Naquele ano, o peso elevado respondeu a 15.465 casos de câncer (3,8% do total).

O levantamento teve como primeiro autor Leandro Fórnias Machado de Rezende, do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Segundo Rezende e demais pesquisadores, as informações podem ser usadas como ferramentas para apoiar programas de prevenção contra o câncer no Brasil.

O estudo já está disponível, mas constará na edição da “Cancer Epidemiology” de junho de 2018, que ainda está em construção.

Em 2025, o Brasil terá 640 mil casos de câncer, segundo a projeção; contra 470 mil casos em 2012. Os autores apontam que a obesidade (IMC > 30) será um fator relevante no aumento dessa maior incidência de tumores. Pesquisadores do estudo apontam que a condição vem numa tendência de crescimento nos últimos anos, chegando a 14,4% dos homens e 25.4% das mulheres com mais de 20 anos em 2013.

Os dados vieram de pesquisas realizadas em 2002 e 2013 no Brasil. O câncer de mama sai na frente como o que mais sofre influência de um peso elevado. São 4777 casos da condição associados ao peso em 2012; em segundo lugar, está o câncer de colo de útero (1729); depois o câncer colorretal (681); de próstata (926) e de fígado (651).

Puxadas pelo câncer de mama e pelo câncer de colo de útero, as mulheres serão as mais afetadas: 18.837 (6,2%) mulheres terão câncer associado ao peso em 2025. Nos homens, esse número é de 15.702 (3,2%).

A literatura científica aponta que 13 tipos de câncer estão associados ao aumento de peso. Entre eles, o de mama e o câncer de próstata.

Os autores citam que a relação entre o câncer e a obesidade pode ser explicada porque um peso elevado estimula fatores de crescimento associados a uma maior proliferação celular.
Industrialização e sedentarismo

Os autores da pesquisa apontam a industrialização e o maior consumo de alimentos ultraprocessados como uma das causas de índices elevados de obesidade.

“A industrialização de sistemas alimentares mudou profundamente as culturas alimentares tradicionais, que eram geralmente composta de alimentos frescos e minimamente processados”, escreveram os pesquisadores.

Nos países da América Latina, vendas de produtos ultraprocessados aumentaram 103% entre 2000 e 2013, escreveram. Também, no mesmo período, segundo os autores, houve um forte aumento do IMC entre adultos nesses países.

Eles apontam que intervenções e políticas de saúde pública são necessárias para reduzir a obesidade em nível populacional.

Também, segundo os cientistas, inovações de mercado que valorizem alimentos frescos também poderiam ter impacto na diminuição de casos de obesidade e, por consequência, na menor incidência de alguns tipos de câncer.

*Fonte: G1 – Bem Estar

domingo, 20 de maio de 2018

PARABÉNS PARA OS ANIVERSARIANTES DE HOJE!!!

Parabéns Dilena Dantas!!! Que a felicidade, o amor e a paz esteja sempre com você! Feliz aniversário!!!
Parabéns Luis de Paiva!! Saúde, paz e muitas vitórias na sua vida, é o que todo o GASPEC lhe deseja!
Parabéns Ítala Pinto!! Felicidades, paz, saúde e tudo de bom! Feliz aniversário!!!

Estudo diz encerrar polêmica do finasterida: medicamento não contribui para câncer grave de próstata

Pesquisa inicial anterior mostrou que droga usada contra calvície tinha efeito contraditório: ela diminuía a chance de forma comum de câncer de próstata, mas poderia aumentar risco de tipo letal.
Do G1   
Acompanhamento de longo prazo com homens que utilizaram a finasterida mostra que a droga não aumenta risco de forma letal de câncer de próstata. O achado é particularmente importante porque um estudo de 2003 mostrou que o medicamento poderia ter um efeito paradoxal: ele diminuía a chance do câncer de forma geral, mas aumentava risco de um tipo específico e letal. Pesquisa mais profunda apresentada no sábado (19), no entanto, diz que o resultado não procede.

Os resultados foram divulgados em encontro anual da Associação Americana de Urologia. A finasterida é um medicamento comum usado para tratar os sintomas do aumento da próstata (em altas doses) e da calvície masculina (em baixas dosagens). O medicamento impede que a testosterona vire a diidrotestosterona, forma do hormônio que tem uma ação sobre a perda do cabelo de homens e sobre o crescimento da próstata.

A polêmica com o medicamento, contudo, começou em 2003 com pesquisa publicada no "New England Journal of Medicine". A pesquisa com 18.882 homens mostrou que, ao mesmo tempo em que a finasterida poderia ter um resultado positivo significativo (reduzia o câncer de próstata em 25%), ela também aumentava em 68% a chance de tumores de alto grau e letalidade.

O achado levou o FDA a incluir um alerta no rótulo do medicamento. O FDA (Food And Drug Administration) é um órgão americano similar à Anvisa nos Estados Unidos e é responsável pela regulação de medicamentos e pela garantia de boas práticas da indústria farmacêutica.

O estudo era inicial e pesquisadores tomaram para si a tarefa de analisar se o resultado era consistente ao longo do tempo. A pesquisa apresentada em 2003 avaliou homens de 1993 a 1997; a equipe do estudo atual voltou a esse banco de dados e o comparou com um outro banco: o de óbitos nacionais americanos.

Com a comparação entre esses dois bancos de dados, chegou-se às seguintes conclusões:

  1. Pesquisadores encontraram 42 mortes por câncer de próstata em homens que utilizaram o medicamento por um tempo médio de 18,4 anos;
  2. No entanto, cientistas também encontraram 56 óbitos também por câncer de próstata no grupo que usou placebo (pílula sem efeito, usada em pesquisa para tentar tirar a influência "psicológico" do tratamento sobre os resultados);
  3. Ambos os homens (os que utilizaram medicamento ou placebo) viveram a mesma quantidade de tempo.
"Não encontramos risco aumentado de morte por câncer de próstata em homens que tomaram finasterida em comparação com homens que não utilizaram o medicamento", diz Ian Thompson, pesquisador que coordenou o estudo.

Thompson é professor emérito da Universidade do Texas e coordena todas as pesquisas em urologia no SWOG, uma rede de oncologistas que recebe financiamento do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos para pesquisas.

Ele explica que o câncer de próstata é o câncer mais diagnosticado em homens. Ele acredita ser o medicamento, inclusive, uma forma eficaz de prevenir o câncer.

Thompson diz ainda que a pesquisa demonstrou que o medicamento aumentou a chance de detecção de câncer de próstata em triagens e biópsias -- inclusive os de maior grau.

Contudo, a droga não está livre de outros efeitos colaterais, apontam pesquisadores. Ela pode levar à impotência em alguns casos, também há relatos de crescimento anormal das mamas e dor nos testículos. A maior parte dos efeitos desaparecem, segundo a bula, depois que a terapia é interrompida.

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Cientistas identificam composto capaz de bloquear metástases de cânceres

Cientistas identificaram um composto que consegue impedir que diversos tipos de câncer se espalhem pelo corpo, num processo conhecido como metástase. Em testes com animais, a substância, batizada metarrestin, reduziu o número de tumores e também deu uma maior sobrevida a eles, abrindo caminho para atacar o processo antes que as células cancerosas saiam do alcance de outras terapias.

— Muitas drogas têm como objetivo impedir o crescimento do câncer e matar as células cancerosas — conta Juan Marugan, líder da equipe de pesquisadores do Centro Nacional para Avanços das Ciências Translacionais dos EUA e um dos coautores da descoberta, relatada em artigo publicado nesta quarta-feira no periódico científico “Science Translational Medicine”. – Mas não há uma única droga aprovada que tenha como objetivo tratar as metástases. Nossos resultados mostram que a metarrestin é um agente muito promissor neste sentido e devemos continuar a investigar seu uso contra metástases.

Segundo os pesquisadores, em pacientes a metarrestin pode vir a ser uma terapia eficiente depois de cirurgias para remoção de tumores. Como cânceres muito desenvolvidos são difíceis de serem totalmente extirpados nas operações, os médicos geralmente também administram quimioterapias para tentar matar qualquer célula cancerosa que tenha sido deixada para trás e evitar que a doença ressurja. Assim, a metarrestin pode se somar a este protocolo de tratamento.

A metarrestin funciona ao destruir um componente ainda pouco compreendido das células cancerosas chamado “compartimento perinuclear” (PNC, na sigla em inglês). Os PNCs só são encontrados em células de câncer, e em maior número nas células de cânceres em estágio avançado, quando ele já começou a se espalhar para outras regiões do corpo.

Diante disso, Sui Huang e colegas da Universidade Northwestern, também nos EUA e uma das coautoras do estudo, já tinham demonstrado que quanto mais células cancerosas com PNCs num tumor, maiores as chances da doença se espalhar. Eles então sugeriram que reduzir o número de PNCs poderia se traduzir em uma menor progressão do câncer, com potenciais resultados benéficos para os pacientes. Assim, para testar essa ideia, Huang abordou Marugan, especialista na triagem, química e desenvolvimento de novos compostos, avaliando mais de 140 mil moléculas quanto ao seu potencial de eliminar os PNCs nas células de cânceres em estágio avançado.

E embora quase cem compostos tenham demonstrado algum efeito neste sentido, só um de fato destruiu os PNCs e células de câncer de próstata. Animados, eles se uniram a pesquisadores da Universidade do Kansas em Lawrence, ainda nos EUA, para modificar a molécula de forma que ela funcionasse ainda mais efetivamente, chegando à metarrestin, que se mostrou capaz de também bloquear a disseminação de células de câncer no pâncreas.

Por fim, em colaboração com Udo Rudloff, cientista do Centro de Pesquisas sobre Câncer do Instituto Nacional de Saúde dos EUA, eles partiram para testar os efeitos do composto, inclusive sua toxicidade, em modelos de câncer no pâncreas em camundongos. Os experimentos comprovaram que a metarrestin evitou a metástase da doença ao interromper processos de fabricação de proteínas nas células cancerosas, com os animais tratados vivendo por muito mais tempo que os de controle, que não receberam a substância.

— As células de câncer se multiplicam rapidamente e precisam fabricar mais proteínas que as células saudáveis para realizar suas diversas atividades, inclusive a capacidade de se espalharem pelo corpo — explica Rudloff. — E ao interferirmos neste sistema, interrompemos as metástases.

Diante destes resultados promissores, os cientistas agora trabalham na obtenção de mais dados sobre o funcionamento da metarrestin em experimentos pré-clínicos de forma a torná-la uma real candidata a novo fármaco e conseguir autorização da Administração para Alimentos e Drogas dos EUA (FDA) para iniciar os testes com humanos.

*O Globo

quinta-feira, 17 de maio de 2018

GASPEC REALIZA MAIS UMA REUNIÃO!!!

Na noite de terça feira, 15 de maio, o Gaspec realizou uma reunião com os voluntários na sede da entidade.
Objetivos da reunião foi: avaliar a comemoração do Dia das mães e planejar as atividades do mês de junho.
Pauta
. As boas vindas
. Texto de reflexão
. lº Seminário Regional de Oncologia
. Ações para o mês de junho 

. Arraiá Junino
. Barracas 

. Camisetas 
. Formação das equipes
. Consideração finais
Lembrando aos que não participaram da reunião anteontem, que vamos sim ter o nosso Primeiro Arraiá da Família Gaspec.
Foi show de bola a reunião de anteontem!
E ainda todos ganharam um belo copo!
Gespec, sempre em ação.

domingo, 13 de maio de 2018

MENSAGEM DO GASPEC! !!


MENSAGEM ÀS MÃES QUE ACOMPANHAM O GASPEC!!


MENSAGEM DA APDA!!!


MENSAGEM DO GASPEC A TODAS AS MÃES DE APODI!!!!

SER MÃE

Ser mãe é ser maior! É abraçar o mundo através do milagre da vida. É sonhar, acreditar, e é conquistar o futuro em todos os momentos do agora. Ser mãe é dar vida à vida, e é beijar o céu com os pés na terra! É carregar no ventre a dádiva maior de toda a existência, e é cantar para seu bebê desconhecido, acariciar a própria barriga como se estivesse tocando em seu rosto.

Meses depois o milagre acontece, e todos os sonhos viram realidades mágicas e deslumbrantes. Alimentar com o próprio corpo, pegar no colo soltando uma lágrima de felicidade, e adormecer esse neném tão maravilhoso! Com o tempo surgem as primeiras letras, o gatinhar, o levantar e o cair e o correr que surge aos poucos. A mãe sente que a vida tem um sabor diferente, um cheiro que não existia antes. E ele cresce, vai na escola, sabe ler, escrever e até contar pelos dedos. A mãe? Está sempre junto, sempre pronta a apoiar.

Mãe cuida para quando ele estiver do seu tamanho, sua postura, sua personalidade e seu jeito conquistem mundos coloridos e repletos de calor e harmonia. A mãe acompanha todo o crescimento, porque o seu coração manda, porque a sua cabeça assim o deseja. Ser mãe é ser mais que maior!


Feliz Dia das Mães!

PARABÉNS ENFERMEIROS E ENFERMEIRAS!!!

Ontem, 12 de maio foi comemorado o Dia Mundial da Enfermagem. 
A LMECC/GASPEC parabenizam todos(as) os enfermeiros (as), em especial, os funcionários da Liga, que realizam tão importante trabalho!

LMECC - Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer


A Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC) oferece assistência especializada em Oncologia SUS, através dos seus estabelecimentos de saúde. Por intermédio da portaria nº 1.604 de 16 de novembro de 2016 do DOU, a instituição recebeu a habilitação de Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (UNACON) com serviço de Radioterapia, Hematologia, Oncologia Pediátrica, além de prestar um atendimento complementar, através de uma equipe multidisciplinar.
Faça-nos uma visita! Ajude a Liga Mossoroense!

sexta-feira, 11 de maio de 2018

GASPEC: HOMENAGEM ÀS MÃES!

Na tarde desta sexta-feira, 11 de maio o GASPEC viveu mais uma momento de festa. A festa foi em homenagem às mães de Apodi. Mães voluntárias, mães oncológicas e mães admiradoras do GASPEC. Parabéns para todas as mães!