quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

VAMOS AJUDAR A MENINA KELLY Ramalho PRECISAR DE NOSSA AJUDA Ela é do Sitio Sitio -Antônio Martins-RN

Hoje o Blog Vem Humilde Mente Pedir a ajuda para a Menina KELLY Ramalho a mesma tem 6 Anos de idade a mesma e natural do sitio sitio Zona Rural do Município de Antônio Martins-RN.

A Menina KELLY Ramalho ela Nasceu Prematura de 8 Meses de Gestação, com ela veio 7 deficiência Física os seus dois Pés teve problemas de mar formação, faltando dedos nos seus pesinhos, e nas pernas de Kelly também teve mar formação, para andar ela última os joelhos, onde os Tendões são atrofiados, a mesma tem deficiência física em sua Boquinha, e lhe falta um pouco dos seus lábio, uma parte da gengibre e não tem o céu da boca, ela nasceu com mar formação, no céu da boca e do inicio do nariz ate a Garganta e aberto.

O Blog Antônio Martins em dia Entro em contato com um dos tio de Kelly ele nos informou as cirurgia vai ser feita pelo SUS o mesmo iniciou a campanha para conseguir recuso para ajudar nas dispensar e devido a eles não terem condições.
 
Os familiares são de pessoas que não tem muita condições oque tem e esperança e FÈ de conseguir devido as dificuldades os familiares de KELLY Ramalho são pessoas simples e humilde eles iniciaram uma campanha nas redes Sociais para o pessoal ajuda para que seja feito as cirurgia na cidade de Mossoró-RN.

Quem se interessar em ajudar também aceitamos alimentos.

Contato (84) 9 9936-7113
TITULAR : FRANCISCO RAMALHO BATISTA
Conta poupança : 80.982-0
Agência : 0763
OPERAÇÃO : 013
CAIXA ECONÔMICA

*Por Blog Antônio Martins em dia

CÉLULA-TRONCO QUE SALVA: “DEVO A VIDA DA MINHA FILHA A UM CORDÃO UMBILICAL”

Vanessa Barro Canal recebeu o primeiro diagnóstico de leucemia com dois anos, mas só foi curada aos nove (Arquivo pessoal)
Ela tinha menos de três anos quando foi diagnosticada pela primeira vez com leucemia. Após o tratamento, a doença voltou a se manifestar aos cinco e aos oito anos. Sem poder recorrer um transplante de medula óssea pela incompatibilidade com os pais e a irmã, a família quase desistiu para poupar a criança de tratamentos tão sofridos.
Foi nesse momento que a experiência do uso de células-tronco de um cordão umbilical para o combate ao câncer apareceu como possibilidade. Vanessa Barro Canal, hoje com 22 anos, a primeira beneficiaria da Rede BrasilCord –rede de bancos públicos de sangue de cordão umbilical e placentário. E foi assim que a menina venceu o câncer com essa aposta em 2004.
“Se aquela mãe não tivesse doado o cordão umbilical, não sei se minha filha estaria viva hoje”, afirma Mary Regina Barro Canal, 52. “Devo a vida da minha filha a uma mãe que generosamente resolveu doar um cordão umbilical, que se não fosse Arquivo pessoal Em 2004, Vanessa –que atualmente tem 22 anos– foi a primeira a ser beneficiada da rede BrasilCord doado teria ido para o lixo.”
Em 2004, Vanessa –que atualmente tem 22 anos– foi a primeira a ser beneficiada da rede BrasilCord (Arquivo pessoal)
Com poucas referências na época, a mãe conta que não foi uma escolha fácil. “É duro ter que decidir a vida de um filho”, ressalta ela. “Mas, como o médico me alertou, era preferível eu tentar do que eu me arrepender.”
Como explica Carlos Alexandre Ayoub, diretor clínico do Centro de Criogenia Brasil, o sangue do cordão umbilical é rico em células-troncos, e uma excelente opção para o tratamento de mais de 80 doenças relacionadas ao sangue –incluindo leucemias, linfomas e anemias graves. Isso porque as células-tronco são capazes de substituir diferentes tipos de células doentes por uma sadia. “É uma alternativa ao sangue da medula óssea, mas que se destaca por ser bem mais jovem”.
A “juventude” das células aumentam as chances de compatibilidade e à agilidade na recuperação do transplante.
Segundo o Inca (Instituto Nacional de Câncer), há cerca de 25% de chances de encontrar um doador de medula óssea compatível na família. Mas as possibilidades do paciente encontram um doador de fora compatível são de 1 em cada 100 mil pessoas.
“A compatibilidade genética para um transplante de uma medula óssea não pode ser inferior a 90%. Mas, com o sangue de cordão, que é uma célula mais imatura, você consegue realizar um transplante com até 70% de compatibilidade”, compara Luis Fernando Bouzas, coordenador da Rede BrasilCord.
Uma chance de cura para doenças degenerativas
(Istock)
Além do tratamento de doenças relacionadas ao sangue, como aponta Ayoub, o cordão umbilical também tem sido usado para tratar doenças degenerativas, tais como artrite, artrose, enfisema pulmonar e lúpus, e é visto como esperança para o mal de Parkinson e o Alzheimer.
“No Brasil, essas intervenções só podem ser realizadas a partir de autorização judicial. Mas, nos Estados Unidos, por exemplo, o procedimento é permitido para tratamentos ortopédicos. Na Europa, as autorizações também são específicas. Mas, na Ásia, está liberado para qualquer coisa”, afirma o especialista, que se diz otimista em relação ao avanço da terapia celular.
“Muitas pesquisas científicas já apontam a eficiência da terapia celular no tratamento das doenças degenerativas e, em breve, as agências reguladoras brasileiras devem liberar o uso do cordão para essa finalidade também”, acrescenta Ayoub.
Bancos públicos e privados
No Brasil, há 13 bancos públicos de sangue de cordão umbilical em funcionamento: quatro em São Paulo (dois na capital paulista, um em Campinas e outro em Ribeirão Preto), um no Rio de Janeiro, um em Brasília (Distrito Federal), um em iStock Santa Catarina (Florianópolis), um no Rio Grande do Sul (Porto Alegre), um no Ceará (Fortaleza), um no Pará (Belém), um em Pernambuco (Recife), um no Paraná (Curitiba) e um em Minas Gerais (Belo Horizonte).
(Istock)
De acordo com Bouzas, outros três bancos estão prestes a serem inaugurados em Manaus (AM), São Luís (MA) e Campo Grande (MS). “Os de Maranhão e de Manaus estão prontos só aguardando a inauguração mesmo. Já a de Mato Grosso do Sul pode demorar um pouco mais para entrar em funcionamento, mas não muito”, relata ele.
Essa rede nacional, segundo ele, conta com 23 mil unidades de cordão umbilical armazenadas. “Cada uma das unidades tem capacidade de armazenar 3.000 unidades, o que significa que ainda há possibilidade de expansão, apesar de a coleta ter limitada. Mas a quantidade atual da rede é bastante significativa”, alerta ele, que aponta a integração dos bancos públicos nacionais com bancos mundiais. “Há cerca de 80 mil unidades no mundo inteiro a qual podemos recorrer sempre que precisarmos.”
Mas, diferentemente da doação de medula óssea, não basta querer para fazer a doação de um cordão umbilical. “Funciona aqui como funciona no mundo inteiro. Cada um dos bancos públicos possui parceria com um ou dois hospitais (a maioria deles públicos), que indicam as grávidas voluntárias, acompanhadas no pré-natal. No momento do parto, a equipe especializada faz a coleta do material, que será armazenado para um futuro uso público”, explica Bouzas.
Para as mães que querem exclusividade do uso do cordão umbilical, a alternativa é pagar pelo armazenamento do material nos bancos privados. No Brasil, há 17 opções. “É uma segurança para as famílias com históricos de doenças no sangue ou degenerativas”, destaca Ayoub. Mas essa segurança tem um custo, que não é dos mais baixos. Além de pagar a coleta que custa em média R$ 3.000, é preciso pagar uma taxa de manutenção anual no valor de R$ 650.
Número de transplantes realizados
Desde 2004, quando a Rede BrasilCord foi lançada, foram realizados 187 transplantes a partir dos cordões doados. Um número bem inferior ao número aos procedimentos realizados com o sangue de medulas-óssea.
Só em 2016, segundo o Ministério da Saúde, foram realizados 381 transplantes de medula óssea no país. Vale ressaltar que o número é relacionado exclusivamente aos casos de doadores que não tem nenhum vínculo familiar com o paciente. Atualmente, segundo o Redome (Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea), há 4,4 milhões de doadores cadastrados e 850 pacientes em busca de doadores.
“O número ainda é baixo por que a terapia celular no Brasil é muito recente. Sem contar que o uso do cordão umbilical é uma escolha dos médicos e dos centros cirúrgicos. E a falta de expertise no procedimento faz muito deles optarem pelo modo convencional [medula óssea]”, afirma Bouzas, que acredita que o cenário deve mudar em um curto prazo.

Fonte: Site Uol Notícias

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

BLOG DO GASPEC CHEGA A 230 MIL VISUALIZAÇÕES!!!!

Tem sido boa a aceitação dos leitores com o Blog desta entidade. Com informações sobre "câncer" e as atividades do GASPEC, os leitores têm acompanhado e valorizado este espaço, que serve para deixar você bem informado.
Agradecemos a você, que nos acompanha e nos dá credibilidade!

TOTAL DE VISUALIZAÇÕES DA PÁGINA



Hoje, 11 de dezembro de 2017, os números são esses. Em 2018, queremos continuar e contar com a sua participação! Estamos felizes com a aceitação. A todos, muito obrigado!!!

domingo, 10 de dezembro de 2017

BLOG LAMENTA O FALECIMENTO DE PEDIM ABÍLIO

Noticiamos ontem, que a família de Pedro Ferreira Araújo (Pedim Abílio) estava procurando o mesmo, pois ele estava desaparecido.

Para a nossa tristeza, hoje recebemos a notícia de que ele foi encontrado sem vida.

Ficamos tristes e pedimos a Deus, para que o guarde num bom lugar e conforte os familiares!

Entre no Clima – Campanha da Liga Mossoroense de Combate ao Câncer

Confira nossa entrevista no programa "Entre no Clima" da TCM.
Nosso superintendente, Wogel Oliveira, falou sobre a campanha para aquisição de um novo mamógrafo para da Liga Mossoroense.

LIGA MOSSOROENSE RECEBE HOMENAGEM NA FESTA DE SANTA LUZIA!

Na noite de ontem, 06, Liga Mossoroense foi homenageada durante a novena de Santa Luzia, em Mossoró.

A missa do meio-dia lembrou as pessoas que integravam os movimentos religiosos ou instituições e que já faleceram, a LMECC lembrou o médico Ivan Brasil e o seu filho Igor Marinho Brasil.

Participaram das homenagens a Aapcmr - Associação de Apoio Aos Portadores de Câncer de Mossoró e Região e a Rede Feminina de Combate ao Câncer.

Curso promovido pela Fundação do Câncer é o primeiro no mundo a abordar novo protocolo internacional em radioterapia

Com o tema “Dosimetria de Campos Pequenos de Fótons”, o recém-publicado Código de Prática TRS 483, da Agência Internacional de Energia Atômica (IAEA/AAPM), está sendo abordado pela primeira vez no mundo, durante o 4º Curso de Atualização em física-médica, promovido pela Fundação do Câncer que acontece entre os dias 7 a 11 de dezembro, no Rio de Janeiro.

O curso conta com nomes tais como Dr. Eduardo Weltman, coordenador médico do serviço de radioterapia do Hospital Israelita Albert Einstein, Dr. Rodolfo Languardia, atual presidente da Associação Latino-Americana de Física Médica (ALFIM) e um dos autores do próprio protocolo e o Professor Carlos Eduardo de Almeida, Coordenador Científico do Programa Nacional de Formação em Radioterapia da Fundação do Câncer.

De acordo com Dr. Languardia, “esse Curso de Atualização chega em um momento importante para os tratamentos no Brasil. Cada vez mais estão sendo utilizadas técnicas de feixes pequenos para radiocirurgia principalmente de tumores cerebrais benignos e malignos e outros tratamentos. Um percentual grande de pacientes tem lesões pequenas que podem ser tratadas desta forma. Então, a aplicação das novas recomendações internacionais para dosimetria vão propiciar uma maior exatidão e melhor administração de tratamento aos pacientes. O curso vai ajudar os físicos-médicos a atualizarem seus conceitos aplicados à radioterapia de acordo com o que há de mais recente no mundo”.

O Diretor-executivo da Fundação do Câncer, Dr. Luiz Augusto Maltoni Jr., destaca que é parte da missão da instituição formar e atualizar recursos humanos com o objetivo de atender a enorme demanda de pacientes do país.

Até o momento, o Programa Nacional de Formação em Radioterapia da Fundação do Câncer teve a participação de 105 professores e formou mais de 700 profissionais originários de todo o Brasil assim como a especialista Rafaela Freitas, do Hospital do Câncer de Pernambuco, que é uma das alunas do curso. É a quarta vez que Rafaela vem ao Rio para atualização.

O módulo terá duração de 40 horas e as aulas teóricas e práticas são gravadas. Os vídeos estarão disponíveis pelo site da Fundação do Câncer para todos os profissionais do Brasil e da América Latina.


*Fundação do Câncer.

sábado, 9 de dezembro de 2017

APODIENSE ESTÁ DESAPARECIDO E A FAMÍLIA PEDE AJUDA!

Gente meu avô está desaparecido!! Ele mora em Apodi, mas é possível estar em Mossoró.
Ele toma remédio controlado e não estava andando corretamente.
Se alguém o ver pelas ruas, o nome dele é Pedro Ferreira Araújo e responde por Pedim Abílio!!!!!!!! 

Contato: 996516354
Quem puder compartilhar, eu agradeço!

APODI VIVEU DIAS DE FESTAS CELEBRANDO A PADROEIRA DA CIDADE

Ontem, 8 de dezembro se encerrou os festejos à padroeira da cidade com missas e procissão pela ruas da cidade. Grande acompanhamento!
Foram dias de muito envolvimento e dedicação de pessoas que celebraram a padroeira de Apodi, Nossa Senhora da Conceição.
A Paróquia de Apodi também recebeu a visita da imagem de Santa Luzia. Motivo de muita satisfação de toda a comunidade católica!
Bispo Dom Mariano Manzana também celebrou na Igreja de Nossa Senhora da Conceição.
Foram dias de muitas emoções e boa participação popular!

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

8 DE DEZEMBRO DIA DA PADROEIRA DE APODI!!!

Nossa Senhora da Conceição 2017. Padroeira do Nosso Apodi-RN. 😍💒🙏 
08 de Dezembro de 2017!
Apodi, Rio Grande Do Norte, Brasil!
Às 17 horas começa a tradicional procissão pelas ruas da cidade!

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

LIGA MOSSOROENSE RECEBEU VISITA DO PREFEITO DE PORTO DO MANGUE

A Direção da Liga Mossoroense recebeu a visita do Prefeito de Porto do Mangue, Hipoliton Sael Melo, e o secretário de saúde, Max Bruno, para firmarem uma parceria entre a instituição e prefeitura. O objetivo é atender a população que precisa de atendimentos no diagnóstico e tratamento de neoplasias.

O Diretor da Liga Mossoroense, Flávio Luiz Santos pôde apresentar os serviços que são desenvolvidos pela LMECC, como o tratamento em radioterapia e quimioterapia, além de exames de imagem e laboratoriais que auxiliam no processo da cura do câncer.


Para o Prefeito de Porto do Mangue, Sael Melo, o convênio com a Liga Mossoroense vai beneficiar a população do município, que tem aproximadamente 5.300 habitantes, além de promover mais conforto, uma vez que a Liga se encontra em uma localização mais próxima da cidade.

“Nossos pacientes hoje são atendidos em Natal, então, buscamos firmar esse convênio com a Liga Mossoroense para dar mais comodidade à essas pessoas que estão em tratamento contra o câncer, pois estamos apenas a 90km de distância de Mossoró e sabemos o quanto é delicado esse tipo de tratamento. Além dessa questão de comodidade, visamos também a qualidade do serviço que é prestado pela Liga Mossoroense”, afirma o prefeito Sael Melo.

A articulação entre a prefeitura e a liga Mossoroense contou com o apoio do Deputado Estadual Souza que, durante visita ao Hospital, comprometeu-se em dialogar com prefeitos de cidades vizinhas, com o intuito de divulgar os serviços da Liga. “Além de colocar nosso mandato à disposição, ajudarei nessa articulação com os municípios onde têm abrangência da Liga, para que possamos otimizar os recursos e melhorar a assistência à população de toda nossa região”, afirma o Deputado Souza.