domingo, 25 de junho de 2017

CONVITE DE REUNIÃO NO GASPEC!!!

Convidamos os voluntários (as) para participarem de uma reunião que será realizada segunda feira dia 26 às 19h30min na sede do GASPEC, onde juntos discutiremos os seguintes assuntos: Prestação de contas das atividades Juninas, atividades que serão desenvolvidas no Projeto Julho Verde e outros assuntos relacionados ao grupo.
Esperamos contar com a sua presença, para que as decisões sejam tomadas de acordo com as opiniões de todas. 
Nos encontramos no GASPEC! Até lá!

GASPEC AGRADECE A TODOS PELO EMPENHO

Agradecemos a Deus e a todas as pessoas que colaboraram direto ou indiretamente para que as nossas atividades alusivas aos Festejos Juninos fossem desenvolvidas com sucesso! 
Não podemos deixar de parabenizar a todos os voluntários(as), que se empenharam para que a nossa meta fosse alcançada!
Vocês são os alicerces e a estrutura de sustentação do grupo. Obrigada a todos por abraçar essa causa tão nobre!

Ideuza Gurgel, presidente do GASPEC.

PADRE THEODORO NÃO ESQUECE DE APODI

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sábado, 24 de junho de 2017

APODI-RN: 24 DE JUNHO É DIA DE SÃO JOÃO BATISTA!

Hoje 24 de junho termina a Festa de São João 2017, padroeiro de Apodi!
A programação para hoje é: 
09 horas: Missa solene da Festa;
Pregador: Pe. Miguel Batista - Paróquia do Sagrado Coração de Jesus - Vila da Fábrica-PE;
16 horas: Missa dos devotos de São João Batista;
Pregador: Pe. Cornélio Freire - Paróquia de Nossa Senhora de Fátima-Mossoró;
17 horas: Tradicional Procissão com a imagem de São João Batista pelas principais ruas de Apodi;
Encerramento com as bênçãos do Santíssimo Sacramento; e
20 horas: avisos, agradecimentos e arreamento das bandeiras.

APODI-RN: XIX RODADA DE ESTUDOS DA LBI-(LEI BRASILEIRA DE INCLUSÃO)

No dia 21, quarta feira, no CREE-MOS aconteceu a XIX Rodada de Estudos da LBI realizada pela DAIN/UERN, com tema: o Diálogo dos Conselhos Municipais de Direitos das Pessoas com Deficiência e a Lei Brasileira de Inclusão. Na ocasião, a apresentação da Associação de pessoas com deficiência de Apodi, presidida pela colega Nêmora Martins que vem realizando um brilhante trabalho. Agradecemos a professora Ana Lucia Aguiar a oportunidade de sediar o encontro e a presença de todas as instituições parceiras, da equipe do CREE-MOS e dos amigos da luta Martha Cristina Maia Cristina e Joao Ferreira. Com Gideon Gomes, Eliseuda Dantas, Rosa Benício, Aldecia Carlos, Katia Morais, Júlia Alves, Jose Carlos Socorro Viana, Ana Lucia Do Nascimento, José Arimatéia Lucas.

CUIDADO PALIATIVO DEVE SER ANTECIPADO; PRÁTICA AMPLIA SOBREVIDA E BEM-ESTAR

No caso de câncer em fase avançada, assistência aos pacientes deve começar até oito semanas após o diagnóstico
Prática geralmente associada à assistência dada a pacientes terminais, os cuidados paliativos ganharam neste mês novo status. Consenso aprovado no último congresso da Associação Americana de Oncologia Clínica, em Chicago (EUA), prevê que as práticas voltadas ao conforto e à qualidade de vida do paciente devem começar no máximo oito semanas após o diagnóstico da doença avançada, e não apenas na fase final da patologia.
Segundo as análises apresentadas, a prática aumenta a sobrevida do paciente com câncer, melhora a qualidade de vida e minimiza os sintomas trazidos pela doença. “A nova diretriz reforça uma tendência que já vínhamos tentando praticar há anos, da intervenção precoce”, explica André Filipe Junqueira dos Santos, vice-presidente da Academia Nacional de Cuidados Paliativos (ANCP). Pesquisa conduzida pelo especialista em um hospital de Ribeirão Preto mostrou que os pacientes oncológicos só são encaminhados à equipe de cuidados paliativos cerca de seis meses após o diagnóstico da doença metastática.
Os especialistas explicam que, hoje, a prática não é voltada apenas para casos incuráveis ou terminais. “Há pacientes com bom prognóstico, que podem viver anos, ou mesmo que tiveram a doença curada, mas que precisam de apoio multidisciplinar”, diz Aldo Lourenço Dettino, oncologista clínico do A. C. Camargo Cancer Center. Ele cita o caso de um paciente com câncer nos ossos que precisou amputar uma perna, teve a doença removida, mas ainda sentia dores que vinham do local amputado – a condição chamada de síndrome do membro fantasma. “É uma dor neuropática. O câncer já havia sido tratado, mas o paciente ainda passava por sofrimento e precisava de suporte.”
Crianças
Com o aumento nos casos de câncer no País e a importância dada a novas abordagens de cuidados paliativos, profissionais de todo o País se preparam para lidar com isso nas mais difíceis situações, como em casos de câncer infantojuvenis. Um exemplo é o de duas funcionárias do Hospital Estadual da Criança (HEC) do Rio: a intensivista pediátrica Simone Gregory, de 46 anos, e a psicóloga Michèlle Ávila, de 31, que partiram para a especialização no programa de pós-graduação sobre o tema do Hospital Sírio Libanês, referência no País.
Ali aprenderam até que, às vezes, as normas são para serem burladas. Michèlle e Simone tratavam Alexandre (nome fictício), de 16 anos, que tinha no fêmur esquerdo um osteossarcoma, tumor ósseo agressivo. Certo dia, o rapaz fez um pedido: “Meu cachorro pode vir me ver?”. “Nós sabíamos que a alta não seria mais possível. O nosso entendimento foi de que ele estava querendo se despedir do cãozinho”, conta a psicóloga. Discutiu-se um protocolo para quebrar a regra de que animais não são permitidos em hospitais. “Foi o primeiro sorriso que eu vi dele”, lembra Michèlle.
Para a médica, o grande desafio é promover a “construção de mentalidade, a mudança de pensamento” entre os próprios médicos. “Nós, intensivistas, somos treinados para entubar, pegar veias e devolver aquela criança para a família. Falta na nossa formação esse outro olhar: tem um momento que essas coisas não são possíveis. É preciso um outro tipo de cuidado, cuidar daquela família, transformar aquele momento.”
‘Senti o luto, mas sem ter revolta’, diz mãe
Para a fonoaudióloga Érica Cavalcante de Lucena, de 36 anos, a dor de perder um filho só não foi mais intensa graças à atuação da equipe de cuidados paliativos do Hospital Sírio-Libanês. Diagnosticado com uma doença congênita grave, Miguel morreu aos 6 meses, em novembro de 2015, após ficar três meses internado. “Eu tinha uma terapeuta ocupacional, uma psicóloga, uma enfermeira e uma médica. Senti o luto, mas sem ter uma revolta porque elas me fizeram ver que eu tinha feito de tudo para o meu filho. No caso, os cuidados paliativos serviram para preparar os familiares para a perda.”
No Hospital Estadual da Criança (HEC) do Rio, o caso de uma paciente fez a equipe discutir mais a importância dos cuidados paliativos. Diagnosticada com meningite B aos 7 anos, Giovanna morreu 70 dias depois, após passar por dezenas de transfusões de sangue, cirurgias plásticas para enxerto de pele artificial (a infecção provocou feridas, que necrosaram) e ter braços e pernas amputados, em uma tentativa de salvá-la da infecção. “A gente se viu com a necessidade de cuidar além do físico. Havia ainda conflitos na equipe. Parte achava que não se deviam fazer esforços em reanimações, no prolongamento da vida”, diz a intensivista Simone Gregory, de 46 anos.
O primeiro passo foi o apoio aos pais, que conseguiram autorização para ambos acompanharem a filha. “Todo mundo abraçou a gente, do médico à recepcionista”, disse a veterinária Rosanne da Silva, de 36 anos, mãe da menina. “No começo do tratamento, recebemos informações que foram um choque. O primeiro ortopedista que falou em amputação, ainda no hospital particular, disse isso no corredor, com pessoas passando, de supetão. É importante esse cuidado que encontramos no hospital público. Pode falar tudo, mas com tato.”

*Fonte: Fundação do Câncer.

RÁDIO-ONCOLOGISTAS PASSAM POR ATUALIZAÇÃO NO PROGRAMA NACIONAL DE FORMAÇÃO EM RADIOTERAPIA

Com o objetivo de oferecer atualização na área de Rádio-oncologia para médicos de diferentes estados, o Programa Nacional de Formação em Radioterapia promove, ao longo desta semana, o quinto módulo do curso. O tema em foco é câncer do aparelho digestivo e tem como coordenador do módulo o professor Neiro Waechter da Motta, chefe do serviço de Radioterapia do Hospital Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, e equipe.
Desenvolvido pela Fundação do Câncer em parceria com o Instituto Nacional de Câncer (Inca) e a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), com a coordenação científica do Professor Carlos Eduardo de Almeida, o Programa tem levado conhecimento a um número cada vez maior de profissionais de todo o país, desenvolvendo habilidades para que possam oferecer o melhor atendimento aos pacientes oncológicos de suas respectivas regiões no país.
Exemplo de profissional de fora do Rio de Janeiro que está participando do módulo, a residente em radioterapia Rachel Ruzza, de Criciúma (SC), já participou de outros cursos do Programa e está com grande expectativa para este.
“Eu espero que este curso seja tão bom quanto o outro que participei pelo Programa. Faço residência no Inca e, de forma geral, quero aprimorar minha prática clínica e sair ainda mais preparada para as provas de especialização. Certamente quem sai ganhando são os pacientes”, disse Rachel.

terça-feira, 20 de junho de 2017

LEIA POR FAVOR!!!!!

VAMOS ENCHER O BALAIO SOLIDÁRIO DO GASPEC.
PRECISAMOS DE MASSA PARA MINGAU, LEITE EM PÓ E FRALDAS DESTACÁVEIS.
TEMOS IRMÃOS QUE PRECISAM DE SUA AJUDA!
SEJA GENEROSO!!!
ESTAMOS COM A NOSSA BARRACA NOS FESTEJOS JUNINOS EM APODI!

PARABÉNS PARA OS ANIVERSARIANTES DE HOJE!!!

O GASPEC hoje parabeniza esses homens que são muito significativos para a população! 
Manoel Georgino, apodiense, morando em Natal. Dr Janeto e Dr Suassuna, prestando seus serviços ao povo de Apodi.
Que Deus ilumine os passos de todos esses amigos! É o que a família GASPEC deseja! Feliz aniversário!!!

CIENTISTAS CRIAM SUBSTÂNCIA BRONZEADORA QUE PODE EVITAR CÂNCER DE PELE

Molécula estimula células que produzem pigmentos, cujo papel é absorver as radiações ultravioleta
Células de pele humanas cultivadas em laboratório tratadas com a nova substância: escurecimento significativo – Nisma Mujahid/David E. Fisher/Cutaneous Biology Research Center/Massachusetts General Hospital

Após dez anos de esforços, pesquisadores descobriram uma substância capaz de penetrar na pele e bronzeá-la sem a necessidade de exposição aos raios ultravioleta do Sol, reduzindo assim o risco de desenvolver um câncer de pele.
Diferentemente dos cremes autobronzeadores tradicionais, que só colorem a camada superficial da pele, esta molécula age estimulando as células que produzem pigmentos, cujo papel é absorver as radiações ultravioleta, explicam os pesquisadores.
Segundo o estudo publicado nesta terça-feira na revista científica americana “Cell Reports”, a nova molécula ainda precisa ser submetida a testes pré-clínicos para saber se é segura para os humanos.
Esta substância, aplicada como um creme, permitiu bronzear a epiderme de ratos de pelo vermelho que, assim como os humanos, são suscetíveis a desenvolver câncer de pele como consequência da exposição aos raios ultravioleta.
Estas pesquisas derivam de um estudo publicado em 2006 na revista científica “Nature” que mostrou que outra substância, a forscolina, produzida por uma planta da Índia, pode induzir o bronzeado na pele de ratos sem exposição aos raios ultravioleta.
Os cientistas logo descobriram, porém, que esta molécula não podia penetrar na pele humana. Por não estar protegida por uma camada de pelo espessa, a epiderme humana evoluiu ao longo do tempo para desenvolver proteções contra o frio, o calor e as radiações ultravioleta, entre outros.
– A pele humana é uma barreira formidável, difícil de penetrar – explica o autor principal do estudo, David Fisher, chefe do serviço de dermatologia do hospital americano Massachusetts General e professor da Faculdade de Medicina de Harvard. – Dez anos depois, encontramos uma solução. É uma classe diferente de compostos, que funcionam agindo sobre uma enzima diferente que converge no mesmo caminho que leva à pigmentação.
Os cientistas testaram estas moléculas em amostras de pele humana em laboratório e constataram que elas bronzeiam mais ou menos em função das doses da substância e da frequência das aplicações, e que este bronzeado artificial dura vários dias.
– A importância potencial deste estudo residirá no futuro em uma nova estratégia de proteção da pele e de prevenção do câncer de pele – afirma Fisher. – A pele é o maior órgão do nosso corpo e pode ser afetada pelo câncer, na maioria dos casos por uma exposição aos raios ultravioleta.

*Fonte: O Globo 

RJ: 10º ENCONTRO DO REDOME E REDE BRASILCORD

Doadores e receptores, com seus familiares, recebem homenagem de Cissa Guimarães, madrinha do Redome

Aconteceu na última sexta-feira (09), no Rio de Janeiro, o 10º Encontro do Redome e Rede BrasilCord, voltado para profissionais que trabalham nas diversas etapas dos transplantes de medula óssea entre pacientes e doadores não aparentados. O evento reúne representantes de hemocentros, laboratórios de imunogenética, centros de transplante e bancos públicos de sangue de cordão umbilical e promove um encontro entre doador e paciente. Madrinha do Registro, a atriz e apresentadora Cissa Guimarães participou da cerimônia.
Profissionais e parceiros do Redome (Foto: Ricardo Wolf Jorndão)

No evento, foi comemorada também a conquista do Grand Prize 2016, prêmio concedido pela Associação Mundial de Doadores de Medula Óssea (World Marrow Donor Association – WMDA), com a campanha para a atualização de cadastro de doadores, além do fato de o Redome ter se tornado um Registro Qualificado Internacionalmente pela WMDA. Para o gerente do Redome, Alexandre Almada, o título é mais um grande passo no reconhecimento do Registro.
“Dois pontos da qualificação são muito importantes: mudança de cultura organizacional e melhoria dos processos. Durante um ano e meio, implementamos diversas ações com apoio de uma consultoria especializada. Esses processos levam à realização das atividades de forma mais efetiva e oferecem maior credibilidade tanto na rede nacional quanto internacional. A qualificação é o primeiro passo para a Acreditação Internacional, que deve ocorrer nos próximos anos. Para isso, ainda teremos mais mudanças envolvendo também toda a rede, que precisará atuar de acordo com os requisitos internacionais”, afirmou, reforçando que a entrega da certificação acontecerá em novembro, durante a reunião ​de fim de ano​ da Associação em Minneapolis, nos Estados Unidos.
Como de costume, além informar sobre as novas diretrizes e envolver ainda mais toda a rede no movimento do Redome, o evento congregou as vitórias com homenagens àqueles que fazem a diferença neste trabalho. Uma destas personalidades foi o médico Ricardo Pasquini, hematologista responsável pelo primeiro transplante de medula óssea realizado no Brasil, em 1979.
“Começamos há quase 40 anos, no Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná, e continuamos crescendo. Participamos de toda a história de regulamentação dos transplantes, da criação dos novos centros. As primeiras reuniões sobre transplante brasileiro foram realizadas em Curitiba e criamos a Sociedade Brasileira de Transplante de Medula Óssea (SBTMO). Obviamente, o processo está crescendo exponencialmente e geometricamente agora, o que permite maior envolvimento de pessoas novas em suas áreas e é extremante importante para a sustentação da rede. Iniciamos com grandes dificuldades, de maneira amadora, e com uma dose grande de responsabilidade, mas assim quebramos a inércia, a grande dificuldade da época. Os números atuais comprovam o potencial da rede e como se espalha por todas as áreas sociais, mostrando o poder da comunidade”, contou.
O Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome) é o terceiro maior do mundo, atrás apenas do americano e do alemão. ​Possui mais de quatro milhões de cadastrados.

sábado, 17 de junho de 2017

BARRACA DO GASPEC CONTINUA INSTALADA NA FESTA DE SÃO JOÃO BATISTA!!!! PASSA LÁ!!!!

Lindos potes de vidro para enfeitar a sua cozinha. Visite a Barraca do Gaspec Apodi e confira!

DE ONTEM: GASPEC RECEBEU VISITA DE JAKSON KLEITON!!!

A Barraca do GASPEC está sendo bem visitada na Festa de São João Batista. Motivo de muita satisfação de todos que integram o grupo! Continue nos visitando!
Na apresentação de quadrilhas. Um verdadeiro espetáculo emocionante. E o GASPEC estava lá!!!!
Ainda ontem também recebemos a visita do Amigo do GASPEC, JAKSON KLEITON!
JAKSON KLEITON: Ontem a visita foi na barraca da família gaspec.
Grupo de assistência às pessoas com câncer
Muito maravilhoso fazer parte dessa instituição.
Família Gaspec Apodi
Teve até passeios pelas ruas de ônibus
E até forró dentro do ônibus
Foi show de bola!!!

Antônio de Décio também preparando tudo! É São João é alegria! A festa mais arretada do Nordeste!

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Liga de Combate ao Câncer tem repasses atrasados por conta de uma diferença de 50 centavos

A vereadora Izabel Montenegro denunciou, durante a sessão desta quarta, o atraso do pagamento à Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC).
"Recebi a informação de que o pagamento do mês de fevereiro para o Centro de Oncologia e, mais precisamente para a Liga, ainda não foi transferido porque a Procuradoria do Estado apurou uma diferença de cinquenta centavos. Mesmo com o apelo da primeira dama do estado, Julianne Faria, a procuradora recusou. Isso é um absurdo.”, disse Izabel.
Para a vereadora, a atitude compromete o tratamento dos pacientes, além de ser um desrespeito a essas pessoas.
Izabel Montenegro solicitou moção de repúdio à Procuradoria do Estado e ao secretário estadual de saúde, George Antunes, e classificou a atitude como um boicote aos pacientes de Mossoró.

*Informações: Ismael Sousa.