sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Mortalidade por câncer cai drasticamente nos EUA

O risco de morrer de câncer nos Estados Unidos caiu 20% em 20 anos, o que reflete avanços na prevenção e no tratamento da doença, segundo o último relatório da Sociedade Americana Contra o Câncer (ACS), divulgado nesta terça-feira.

De 2006 a 2010, últimas estatísticas disponíveis, a incidência de câncer diminuiu 0,6% ao ano entre os homens e permaneceu estável entre as mulheres. Já a taxa de mortalidade caiu 1,8% ao ano entre eles e 1,4% entre elas. Essa diminuição se traduz em 1,34 milhão de mortes evitadas (952 700 homens e 387 700 mulheres) durante este período.

A redução varia de acordo com a idade, a origem étnica e o sexo dos doentes, passando de uma taxa de mortalidade que continua imutável entre mulheres brancas de 80 anos para uma queda de 55% entre homens negros de 40 a 49 anos.

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Mesmo assim, entre todos os grupos étnicos, os negros americanos registram a maior incidência de câncer e de morte provocada pela doença – o dobro dos casos comparados aos asiáticos, os menos afetados. Segundo o relatório, "essa disparidade racial é explicada, sobretudo, pelas diferenças de tratamento no momento do diagnóstico".​

Novos casos – O relatório da ACS prevê 1 660 000 novos casos de câncer nos Estados Unidos em 2014, assim como 585 720 mortes – 1 600 por dia - como resultado da enfermidade.

Entre os homens, os tumores de próstata, pulmão e cólon serão a metade dos diagnósticos do ano. No caso das mulheres, os três tipos mais incidentes serão mama, pulmão e cólon, que representarão metade dos casos.

"O progresso que estamos vendo é excelente, mas podemos e devemos torná-lo melhor", disse John Seffrin, presidente da ACS.


*Veja

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