De ontem na cerimônia cívica na loja maçonaria do Vale Apodi
com a família Gaspec Apodi e depois teve um belo café da manhã para os convidados.
sexta-feira, 8 de setembro de 2017
segunda-feira, 4 de setembro de 2017
Marcelo Rezende aparece muito magro e faz desabafo em vídeo; assista
Marcelo Rezende (Foto: Reprodução)
VNT - O apresentador Marcelo Rezende deixou seus fãs e seguidores em choque em um vídeo publicado neste domingo (3) em seu perfil no Instagram. Após se afastar das redes sociais, ele retornou e falou que tem certeza que a cura do câncer que ele enfrenta chegará.“Muita gente vive de boato, e no meu caso até entendo, porque não é toda hora que temos uma informação. O câncer que eu tenho tem altos e baixos, é como uma montanha-russa, mas o importante é que eu estou firme. E aí a cura vai chegar. eu tenho certeza dela”, disse.
“Porque Deus está comigo, Deus está contigo”, completou o jornalista, que revelou o câncer no pâncreas e no fígado em maio deste ano no “Domingo Espetacular”. No vídeo em questão, ele aparece muito magro, completamente diferente de meses atrás.
E nos comentários, ele recebeu o carinho dos fãs, que torcem por sua melhora. Confira o vídeo:
FDA APROVA PRIMEIRA TERAPIA GENÉTICA CONTRA O CÂNCER NOS EUA
Agência reguladora americana dá sinal verde para tratamento que usa células alteradas do próprio paciente e é última esperança para casos incuráveis
RIO – A Administração de Alimentos e Drogas dos EUA (FDA, na sigla em inglês) deu o sinal verde nesta quarta-feira para a comercialização da primeira terapia genética contra o câncer no país. Com o nome comercial de Kymriah (tisagenlecleucel), o tratamento usa uma técnica chamada CAR-T (sigla, também em inglês, para “receptor de antígeno quimérico de células T”) para introduzir um anticorpo em células de defesa do organismo do próprio paciente, as mencionadas células T de seu acrônimo, para que reconheçam, e ataquem, as células cancerosas.
– Estamos entrando numa nova fronteira na inovação médica com a capacidade de reprogramar as células do próprio paciente para atacar cânceres mortais – destacou Scott Gottlieb, comissário (chefe) da FDA. – Novas tecnologias como terapias genéticas e celulares têm o potencial de transformar a medicina, criando um ponto de inflexão na nossa capacidade de tratar e mesmo curar muitas doenças intratáveis. Na FDA, estamos comprometidos em ajudar a acelerar o desenvolvimento e revisão destes tratamentos inovadores que têm o potencial de salvar vidas.
O Kymriah e outras terapias que usam a mesma técnica são vistos como última esperança para vítimas de cânceres até agora incuráveis. São casos como o da menina americana Emily Whitehead, que em 2012, aos seis anos, estava à beira da morte, sofrendo com um tipo de câncer particularmente agressivo, conhecido como leucemia linfoblástica aguda (LLA) recorrente/refratária das células B (outro tipo de célula do sistema imunológico que tem em sua superfície uma proteína chamada CD19, alvo da alteração com a técnica CAR-T).
Tratada com as células T modificadas, Emily, hoje com 12 anos, está livre da doença, assim como 52 outros pacientes que participaram de ensaios clínicos da terapia. O sucesso dos testes levou um painel de dez especialistas, no mês passado, a recomendar por unanimidade à FDA a aprovação do tratamento. Diante disso, a agência reguladora decidiu liberar o uso do Kymriah em pessoas com até 25 anos que estejam sofrendo com a versão refratária da LLA ou no segundo ou mais episódio de recidiva, isto é, volta da doença.
– Como uma terapia imunocelular inovadora para crianças e jovens adultos que precisam desesperadamente novas opções, o Kymriah verdadeiramente incorpora nossa missão de descobrir novas maneiras de melhorar os resultados para os pacientes e a maneira como o câncer é tratado – comemorou Bruno Strigini, presidente do ramo de oncologia da Novartis, gigante farmacêutica suíça que participou do desenvolvimento da terapia, originalmente criada por pesquisadores do Hospital Infantil da Filadélfia.
Mas apesar de seu caráter “milagroso”, a nova terapia deverá continuar a ser encarada como último recurso, já que seus efeitos colaterais podem ser muito severos, incluindo uma condição conhecida como síndrome de liberação de citocinas (CRS, ainda na sigla em inglês), uma resposta sistêmica à ativação e proliferação das células CAR-T que provoca febre alta e outros sintomas parecidos com os de uma gripe, e problemas neurológicos, ambos com potencial de matar o paciente.
Tanto que, para a administração do Kymriah, a FDA determinou a adoção de uma estratégia de avaliação e mitigação de riscos para seu uso seguro. Este protocolo inclui desde o treinamento dos profissionais de saúde no reconhecimento e gestão da CRS à ampliação da indicação da droga Actemra (tocilizumab) para tratar a síndrome induzida pela terapia genética em pacientes com mais de dois anos de idade, condicionando o uso do Kymriah à disponibilidade imediata da droga contra a CRS no hospital ou clínica onde o tratamento for feito.
Tampouco a nova terapia será barata. Segundo Strigini, o tratamento deverá ter um custo inicial de US$ 475 mil (cerca de R$ 1,5 milhão) por paciente, o que coloca o Kymriah entre as drogas mais caras de todos os tempos.
Oncologista do Instituto Vencer o Câncer, Fernando Maluf destaca que embora a técnica CAR-T já estivesse sendo estudada há anos na luta contra o câncer, a aprovação do Kymriah mostra que a estratégia está “no caminho certo”, dando aval para o conceito não só no tratamento da leucemia como de tumores sólidos, como em outras pesquisas e ensaios clínicos que estão testando o método no ataque a outros cânceres particularmente agressivos, difíceis de tratar e com prognósticos muito ruins, como no cérebro e pâncreas. Tudo conjugado aos chamados diagnósticos genéticos do câncer, já disponíveis e cada vez mais usados, em que é feito o sequenciamento das células doentes em busca de mutações que indicam qual tratamento, seja um quimioterápico “tradicional”, seja os também novos imunoterápicos e “drogas-alvo”, será mais eficaz naquele caso.
– Não tenho dúvidas de que vamos caminhar para a criação de outras terapias do tipo para serem usadas em outras situações – diz. – O futuro da medicina está nesta personalização, e não mais tratar todo mundo com o mesmo remédio para ver o que acontece. E é um futuro que não está muito distante. Nos próximos três a cinco anos devemos ter painéis com marcadores genéticos específicos do paciente para guiar estes tratamentos, seja na escolha dos quimioterápicos, imunoterápicos ou drogas-alvo ou na fabricação de terapias CAR-T específicas para aquele paciente.
Assim, por trás de todo este processo, está um conhecimento cada vez maior da biologia e da fisiologia do câncer e a noção de que ele não é apenas uma doença, mas um conjunto de condições que afetam cada paciente de maneira diferente, exigindo uma abordagem personalizada, reforça a médica Juliane Musacchio, integrante da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica.
– Estamos vendo a chegada no mercado da primeira terapia 100% individual contra o câncer, o que abre uma nova era na oncologia – resume. – Já tínhamos os diagnósticos genéticos que mostram as mutações de um tumor para indicar qual tratamento é mais eficaz contra ele, mas são medicamentos produzidos em série, que valem para todos os pacientes cujos cânceres têm estas mutações. Mas neste caso temos algo extremamente específico, uma terapia que só vale para aquele paciente.
E assim como tem acontecido com os diagnósticos genéticos, a expectativa é de que, com o tempo e ampliação das indicações, as terapias do tipo CAR-T se tornem mais acessíveis.
– Mas é um caminho sem volta – considera a geneticista Ana Beatriz Alvarez Perez, responsável técnica do laboratório especializado em diagnósticos genéticos NIMGenetics. – Geralmente uma nova tecnologia, quando chega ao mercado, tem um custo mais alto, e não só na medicina, mas a tendência é de quanto mais ela for usada, mais barata fica. É uma questão de tempo um acesso maior da população a estas inovações.
Fonte: O Globo/Fundação do Câncer.
– Estamos entrando numa nova fronteira na inovação médica com a capacidade de reprogramar as células do próprio paciente para atacar cânceres mortais – destacou Scott Gottlieb, comissário (chefe) da FDA. – Novas tecnologias como terapias genéticas e celulares têm o potencial de transformar a medicina, criando um ponto de inflexão na nossa capacidade de tratar e mesmo curar muitas doenças intratáveis. Na FDA, estamos comprometidos em ajudar a acelerar o desenvolvimento e revisão destes tratamentos inovadores que têm o potencial de salvar vidas.
O Kymriah e outras terapias que usam a mesma técnica são vistos como última esperança para vítimas de cânceres até agora incuráveis. São casos como o da menina americana Emily Whitehead, que em 2012, aos seis anos, estava à beira da morte, sofrendo com um tipo de câncer particularmente agressivo, conhecido como leucemia linfoblástica aguda (LLA) recorrente/refratária das células B (outro tipo de célula do sistema imunológico que tem em sua superfície uma proteína chamada CD19, alvo da alteração com a técnica CAR-T).
Tratada com as células T modificadas, Emily, hoje com 12 anos, está livre da doença, assim como 52 outros pacientes que participaram de ensaios clínicos da terapia. O sucesso dos testes levou um painel de dez especialistas, no mês passado, a recomendar por unanimidade à FDA a aprovação do tratamento. Diante disso, a agência reguladora decidiu liberar o uso do Kymriah em pessoas com até 25 anos que estejam sofrendo com a versão refratária da LLA ou no segundo ou mais episódio de recidiva, isto é, volta da doença.
– Como uma terapia imunocelular inovadora para crianças e jovens adultos que precisam desesperadamente novas opções, o Kymriah verdadeiramente incorpora nossa missão de descobrir novas maneiras de melhorar os resultados para os pacientes e a maneira como o câncer é tratado – comemorou Bruno Strigini, presidente do ramo de oncologia da Novartis, gigante farmacêutica suíça que participou do desenvolvimento da terapia, originalmente criada por pesquisadores do Hospital Infantil da Filadélfia.
Mas apesar de seu caráter “milagroso”, a nova terapia deverá continuar a ser encarada como último recurso, já que seus efeitos colaterais podem ser muito severos, incluindo uma condição conhecida como síndrome de liberação de citocinas (CRS, ainda na sigla em inglês), uma resposta sistêmica à ativação e proliferação das células CAR-T que provoca febre alta e outros sintomas parecidos com os de uma gripe, e problemas neurológicos, ambos com potencial de matar o paciente.Tanto que, para a administração do Kymriah, a FDA determinou a adoção de uma estratégia de avaliação e mitigação de riscos para seu uso seguro. Este protocolo inclui desde o treinamento dos profissionais de saúde no reconhecimento e gestão da CRS à ampliação da indicação da droga Actemra (tocilizumab) para tratar a síndrome induzida pela terapia genética em pacientes com mais de dois anos de idade, condicionando o uso do Kymriah à disponibilidade imediata da droga contra a CRS no hospital ou clínica onde o tratamento for feito.
Tampouco a nova terapia será barata. Segundo Strigini, o tratamento deverá ter um custo inicial de US$ 475 mil (cerca de R$ 1,5 milhão) por paciente, o que coloca o Kymriah entre as drogas mais caras de todos os tempos.
Oncologista do Instituto Vencer o Câncer, Fernando Maluf destaca que embora a técnica CAR-T já estivesse sendo estudada há anos na luta contra o câncer, a aprovação do Kymriah mostra que a estratégia está “no caminho certo”, dando aval para o conceito não só no tratamento da leucemia como de tumores sólidos, como em outras pesquisas e ensaios clínicos que estão testando o método no ataque a outros cânceres particularmente agressivos, difíceis de tratar e com prognósticos muito ruins, como no cérebro e pâncreas. Tudo conjugado aos chamados diagnósticos genéticos do câncer, já disponíveis e cada vez mais usados, em que é feito o sequenciamento das células doentes em busca de mutações que indicam qual tratamento, seja um quimioterápico “tradicional”, seja os também novos imunoterápicos e “drogas-alvo”, será mais eficaz naquele caso.
– Não tenho dúvidas de que vamos caminhar para a criação de outras terapias do tipo para serem usadas em outras situações – diz. – O futuro da medicina está nesta personalização, e não mais tratar todo mundo com o mesmo remédio para ver o que acontece. E é um futuro que não está muito distante. Nos próximos três a cinco anos devemos ter painéis com marcadores genéticos específicos do paciente para guiar estes tratamentos, seja na escolha dos quimioterápicos, imunoterápicos ou drogas-alvo ou na fabricação de terapias CAR-T específicas para aquele paciente.
Assim, por trás de todo este processo, está um conhecimento cada vez maior da biologia e da fisiologia do câncer e a noção de que ele não é apenas uma doença, mas um conjunto de condições que afetam cada paciente de maneira diferente, exigindo uma abordagem personalizada, reforça a médica Juliane Musacchio, integrante da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica.
– Estamos vendo a chegada no mercado da primeira terapia 100% individual contra o câncer, o que abre uma nova era na oncologia – resume. – Já tínhamos os diagnósticos genéticos que mostram as mutações de um tumor para indicar qual tratamento é mais eficaz contra ele, mas são medicamentos produzidos em série, que valem para todos os pacientes cujos cânceres têm estas mutações. Mas neste caso temos algo extremamente específico, uma terapia que só vale para aquele paciente.
E assim como tem acontecido com os diagnósticos genéticos, a expectativa é de que, com o tempo e ampliação das indicações, as terapias do tipo CAR-T se tornem mais acessíveis.
– Mas é um caminho sem volta – considera a geneticista Ana Beatriz Alvarez Perez, responsável técnica do laboratório especializado em diagnósticos genéticos NIMGenetics. – Geralmente uma nova tecnologia, quando chega ao mercado, tem um custo mais alto, e não só na medicina, mas a tendência é de quanto mais ela for usada, mais barata fica. É uma questão de tempo um acesso maior da população a estas inovações.
Fonte: O Globo/Fundação do Câncer.
sexta-feira, 1 de setembro de 2017
EXPOSIÇÃO REGISTRA OS 80 ANOS DO INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER
O Instituto Nacional do Câncer (Inca) comemora 80 anos. Uma das formas de celebrações foi o lançamento da exposição “Inca: 80 anos de história na saúde pública no Brasil” durante o evento do Dia Nacional de Combate ao Fumo, realizado em 29 de agosto em Brasília (DF). A mostra reúne as principais ações realizadas ao longo das últimas oito décadas em prol do controle do câncer no Brasil. O objetivo é sensibilizar a população sobre a importância da prevenção e do combate ao câncer, história que conta com a parceria da Fundação do Câncer nos últimos 25 anos, lembrada em vários registros.
Representando a Fundação, o diretor executivo Luiz Augusto Maltoni Jr. e o diretor de Produtos Reinhard Braun prestigiaram o evento. Segundo Braun, a parceria com o Inca é bastante positiva e o convite para participar desta comemoração é um reconhecimento. “A Fundação do Câncer foi criada para apoiar o Instituto e, com isso, a instituição ganhou em recursos humanos, na agilidade dos processos e no desenvolvimento técnico e de pesquisa, alcançando um patamar de excelência reconhecido em todo o Brasil”, resumiu Braun.
Representando a Fundação, o diretor executivo Luiz Augusto Maltoni Jr. e o diretor de Produtos Reinhard Braun prestigiaram o evento. Segundo Braun, a parceria com o Inca é bastante positiva e o convite para participar desta comemoração é um reconhecimento. “A Fundação do Câncer foi criada para apoiar o Instituto e, com isso, a instituição ganhou em recursos humanos, na agilidade dos processos e no desenvolvimento técnico e de pesquisa, alcançando um patamar de excelência reconhecido em todo o Brasil”, resumiu Braun.
A exibição, criada em parceria com a Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz e o Ministério da Saúde, resgata a memória histórica e iconográfica do Inca, elencando as primeiras iniciativas do combate ao câncer no Brasil e registrando a contribuição de alguns personagens fundamentais nesta trajetória. São 160 metros de painéis, que trazem a evolução de um centro de tratamento do câncer do final dos anos 1930 até se tornar referência nacional em assistência, ensino, pesquisa, prevenção e vigilância em oncologia. Resgate do passado e apresentação do presente, com a inclusão das tecnologias de ponta. A exposição ficará em cartaz até final de setembro, no túnel que liga o prédio principal do MS ao seu edifício anexo.
Além da exposição, teve o lançamento do livro ‘Dia Mundial Sem Tabaco e Dia Nacional de Combate ao Fumo: catálogo de campanhas 1997-2017’. A publicação reforça a importância das iniciativas realizadas para alertar a população para os riscos das doenças causadas pelo tabagismo, além dos danos sociais, políticos, econômicos e ambientais causados pelo tabaco.
Além da exposição, teve o lançamento do livro ‘Dia Mundial Sem Tabaco e Dia Nacional de Combate ao Fumo: catálogo de campanhas 1997-2017’. A publicação reforça a importância das iniciativas realizadas para alertar a população para os riscos das doenças causadas pelo tabagismo, além dos danos sociais, políticos, econômicos e ambientais causados pelo tabaco.
*Fundação do Câncer.
quinta-feira, 31 de agosto de 2017
MAIS UMA REUNIÃO PROVEITOSA DO GASPEC!!!
A reunião da última terça feira (29/08) foi excelente. Houve uma ótima participação dos voluntários.
As atividades do Outubro Rosa, da IV Semana de Prevenção e Combate ao Câncer e foram formadas as equipes para o III Baile Beneficente Amigos do GASPEC, que será realizado no dia 11 de Outubro na ACDA.
Estamos com todo o cronograma definido. Parabéns a todos, por abraçar essa causa!
III Trimestral de Pastoral lança suplemento com projetos sociais da Diocese de Mossoró
A Diocese realizou, no final de semana, a sua III Trimestral sobre Caridade com a participação do Bispo Diocesano Dom Mariano Manzana, clero, agentes de pastorais e coordenadores e movimentos. Na programação, os participantes contaram com uma palestra sobre a Reforma da Previdência, ministrada pelo técnico de Seguro do INSS e diretor do SINDPREVS RN, Lênin Tierra. Durante o evento foi lançado o suplemento “A Luz da Solidariedade”, que traz um pouco do que está sendo feito pela caridade, solidariedade e fraternidade na Diocese de Mossoró. Muitos foram surpreendidos com a quantidade de ações e projetos que são feitos nos bastidores da Diocese no que se refere à ação social da Igreja. Durante a Trimestral foram formados dez grupos para ler “A Luz da Solidariedade” e a partir daí suscitar novos projetos sociais para serem executados pelas paróquias. A ideia é que todas as pastorais se integrem aos projetos sociais para que mais pessoas possam receber a ação que pode transformar tanto o ambiente quanto a vida espiritual dos beneficiados como também fortalecer o dízimo na dimensão social, que deve suprir as necessidades dos irmãos mais necessitados da comunidade atendidos pelas pastorais sociais. As nossas pastorais sociais cuidam da promoção do ser humano e neste seu trabalho de misericórdia e compaixão resgatam a dignidade dos irmãos assistidos.
Ao final da Trimestral, Dom Mariano Manzana apresentou a chapa para nova diretoria da Cáritas Diocesana, que foi aprovada por unanimidade pela assembleia no Centro de Treinamento:
Presidente - Bispo Dom Mariano Manzana
Vice-presidente - Pe. Flávio Augusto
Diretoria Executiva
Diretora – Maria Gorete Soares Coelho Alves
Vice-diretora – Maria Vilanei Pereira Morais
Secretária – Maria Augusta de Macêdo
Tesouraria – Maria Linhares de Losse Almeida
Conselho Fiscal:
Conselheiros Fiscais Efetivos: Lígia Maria Bandeira Guerra
Maria Marilza de Freitas Praxedes
Padre Possídio Lopes de Santos Neto
Conselheiros Fiscais Suplentes:
Ao final da Trimestral, Dom Mariano Manzana apresentou a chapa para nova diretoria da Cáritas Diocesana, que foi aprovada por unanimidade pela assembleia no Centro de Treinamento:
Presidente - Bispo Dom Mariano Manzana
Vice-presidente - Pe. Flávio Augusto
Conselheiros:
Claudia Maria das Dores Almeida ( Projeto Reviver)
Enia Maria de Medeiros Morais (Projeto Esperança)
João Pergentino da Silva ( Projeto Casa Papa Francisco)
Irmã Liselotte Elfriede Maria Scherzinger ( Irmã Ellen- Projeto Lar da Criança Pobre)
Padre Heriberto Carneiro dos Santos
Enia Maria de Medeiros Morais (Projeto Esperança)
João Pergentino da Silva ( Projeto Casa Papa Francisco)
Irmã Liselotte Elfriede Maria Scherzinger ( Irmã Ellen- Projeto Lar da Criança Pobre)
Padre Heriberto Carneiro dos Santos
Diretoria Executiva
Diretora – Maria Gorete Soares Coelho Alves
Vice-diretora – Maria Vilanei Pereira Morais
Secretária – Maria Augusta de Macêdo
Tesouraria – Maria Linhares de Losse Almeida
Conselho Fiscal:
Conselheiros Fiscais Efetivos: Lígia Maria Bandeira Guerra
Maria Marilza de Freitas Praxedes
Padre Possídio Lopes de Santos Neto
Conselheiros Fiscais Suplentes:
CIGARRO CAUSA 90% DOS CÂNCERES DE PULMÃO E ATÉ INFARTOS E AVCS
Dia Nacional do Combate ao Fumo é lembrado nesta terça-feira; Veja dicas de como parar
RIO — Ele tem mais de 4,7 mil substâncias presentes em sua composição e está na origem de 90% dos casos de câncer de pulmão no mundo. O cigarro também se relaciona a várias doenças do sistema cardiovascular, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC). Nesta terça-feira, dia 29, data em que é lembrado o Dia Nacional de Combate ao Fumo, diversas instituições destacam os riscos a que fumantes ativos e passivos se submetem e os benefícios de parar de consumir tabaco.
A data foi instituída pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 1986 e, de lá para cá, médicos se empenham em campanhas contra o fumo.
Segundo levantamento feito pela OMS, dentro das mais de 4 mil substâncias químicas em um cigarro, 250 delas são prejudiciais, e 50 são conhecidas por causar câncer. São 14 os tumores malignos associados ao uso de tabaco: câncer de pulmão, de boca, laringe, faringe, esôfago, estômago, pâncreas, fígado, intestino, rim, bexiga, colo de útero, ovário e alguns tipos de leucemia.
De acordo com uma pesquisa publicada pela revista científica internacional “The Lancet”, o Brasil ocupa o oitavo lugar no ranking de número absoluto de fumantes. Segundo o Ministério da Saúde, o hábito tende a ser mais frequente entre adultos de 45 a 64 anos e entre pessoas com baixa escolaridade. O número de mortes relacionadas ao tabagismo no Brasil é de 156 mil ao ano, tendo como base 2015, quando foi realizado um estudo sobre o assunto no Instituto Fernandes Figueira, da Fiocruz.
O tabagismo está na origem de 90% de todos os casos de câncer de pulmão no mundo — e entre os 10% restantes, 1/3 deles são os chamados fumantes passivos —, sendo responsável por ampliar em cerca de 20 vezes o risco de surgimento da doença. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o Brasil registra 28.220 novos casos de tumores pulmonares ao ano.
Os malefícios não são notados apenas a longo prazo. Algumas alterações no organismo podem ser percebidas imediatamente após a interrupção do fumo cotidiano.
— As decorrências podem aparecer imediatamente, com o aumento da pressão arterial, alterações de glicemia, mudanças no olfato e no paladar, na textura da pele, queda de cabelos — descreve Sérgio Pontes, da Aliança Instituto de Oncologia.
Estudos recentes constataram que o cigarro pode prejudicar até mesmo o canal auditivo, provocando zumbidos, a longo prazo.
A médica Aliciane Mota, do Instituto Brasiliense de Otorrinolaringologia (IBORL), explica que os fumantes são mais propensos a apresentarem otites — inflamações do ouvido — de repetição, rinites alérgicas, sinusites, faringites, câncer de boca e de laringe.
— Aqueles que já sofriam com rinites e sinusites antes de fumar têm o quadro agravado com o tabagismo — ressalta ela.
Dicas de primeiros passos para largar o cigarro
1 – Estar motivado a sair do vício. Não adianta a família mobilizar médicos e/ou investir se o paciente não estiver realmente determinado a parar de fumar
2 – Diminuir gradativamente o número de cigarros
3 – Evitar carregar o maço ou a carteira de cigarro
4 – Evitar deixar cinzeiros em casa
5 – Evitar qualquer substância que possa estimular o fumo, tais como café e bebida alcoólica
6 – Durante a motivação, falar para as pessoas próximas que está tentando parar de fumar, afim de ajudar no policiamento e no controle
O pneumologista Elie Fiss, da Cia. da Consulta, lista os benefícios que são percebidos ao parar de fumar:
– Após 20 minutos: a pressão sanguínea e a pulsação voltam ao normal
– Após 2 horas: não há mais nicotina circulando no seu sangue
– Após 8 horas: o nível de oxigênio no sangue se normaliza
– Após 12 a 24 horas: os pulmões já funcionam melhor
– Após 2 dias: o olfato fica mais apurado, assim como a capacidade de sentir o gosto dos alimentos
Após 3 semanas: a respiração se tornará mais fácil e a circulação sanguínea irá melhorar
– Após 1 ano: o risco de morte por infarto do miocárdio é reduzido à metade
– Após 5 a 10 anos: o risco de sofrer infarto será igual ao de pessoas que nunca fumaram
*Fonte: O Globo.
A data foi instituída pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 1986 e, de lá para cá, médicos se empenham em campanhas contra o fumo.
Segundo levantamento feito pela OMS, dentro das mais de 4 mil substâncias químicas em um cigarro, 250 delas são prejudiciais, e 50 são conhecidas por causar câncer. São 14 os tumores malignos associados ao uso de tabaco: câncer de pulmão, de boca, laringe, faringe, esôfago, estômago, pâncreas, fígado, intestino, rim, bexiga, colo de útero, ovário e alguns tipos de leucemia.
De acordo com uma pesquisa publicada pela revista científica internacional “The Lancet”, o Brasil ocupa o oitavo lugar no ranking de número absoluto de fumantes. Segundo o Ministério da Saúde, o hábito tende a ser mais frequente entre adultos de 45 a 64 anos e entre pessoas com baixa escolaridade. O número de mortes relacionadas ao tabagismo no Brasil é de 156 mil ao ano, tendo como base 2015, quando foi realizado um estudo sobre o assunto no Instituto Fernandes Figueira, da Fiocruz.
O tabagismo está na origem de 90% de todos os casos de câncer de pulmão no mundo — e entre os 10% restantes, 1/3 deles são os chamados fumantes passivos —, sendo responsável por ampliar em cerca de 20 vezes o risco de surgimento da doença. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o Brasil registra 28.220 novos casos de tumores pulmonares ao ano.
Os malefícios não são notados apenas a longo prazo. Algumas alterações no organismo podem ser percebidas imediatamente após a interrupção do fumo cotidiano.
— As decorrências podem aparecer imediatamente, com o aumento da pressão arterial, alterações de glicemia, mudanças no olfato e no paladar, na textura da pele, queda de cabelos — descreve Sérgio Pontes, da Aliança Instituto de Oncologia.
Estudos recentes constataram que o cigarro pode prejudicar até mesmo o canal auditivo, provocando zumbidos, a longo prazo.
A médica Aliciane Mota, do Instituto Brasiliense de Otorrinolaringologia (IBORL), explica que os fumantes são mais propensos a apresentarem otites — inflamações do ouvido — de repetição, rinites alérgicas, sinusites, faringites, câncer de boca e de laringe.
— Aqueles que já sofriam com rinites e sinusites antes de fumar têm o quadro agravado com o tabagismo — ressalta ela.
Dicas de primeiros passos para largar o cigarro
1 – Estar motivado a sair do vício. Não adianta a família mobilizar médicos e/ou investir se o paciente não estiver realmente determinado a parar de fumar
2 – Diminuir gradativamente o número de cigarros
3 – Evitar carregar o maço ou a carteira de cigarro
4 – Evitar deixar cinzeiros em casa
5 – Evitar qualquer substância que possa estimular o fumo, tais como café e bebida alcoólica
6 – Durante a motivação, falar para as pessoas próximas que está tentando parar de fumar, afim de ajudar no policiamento e no controle
O pneumologista Elie Fiss, da Cia. da Consulta, lista os benefícios que são percebidos ao parar de fumar:
– Após 20 minutos: a pressão sanguínea e a pulsação voltam ao normal
– Após 2 horas: não há mais nicotina circulando no seu sangue
– Após 8 horas: o nível de oxigênio no sangue se normaliza
– Após 12 a 24 horas: os pulmões já funcionam melhor
– Após 2 dias: o olfato fica mais apurado, assim como a capacidade de sentir o gosto dos alimentos
Após 3 semanas: a respiração se tornará mais fácil e a circulação sanguínea irá melhorar
– Após 1 ano: o risco de morte por infarto do miocárdio é reduzido à metade
– Após 5 a 10 anos: o risco de sofrer infarto será igual ao de pessoas que nunca fumaram
*Fonte: O Globo.
quarta-feira, 30 de agosto de 2017
PESQUISA ANALISA A PERCEPÇÃO DE USUÁRIOS DO FACEBOOK SOBRE CÂNCER
Pesquisa dentro da linha de percepção pública em câncer, realizada por grupo do Programa de Oncobiologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e com financiamento da Fundação do Câncer, analisou o comportamento dos usuários do Facebook em relação à doença. A responsável pelo estudo, a jornalista Priscila Biancovilli, que teve a orientação da professora Claudia Jurberg, revela que a pergunta que norteou o trabalho foi “O que atrai mais a atenção do brasileiro dentro do Facebook na área de câncer?”, com monitoramento no período entre janeiro e junho de 2014 e comparativo em 2017. A defesa do mestrado aconteceu em julho desse ano, no Instituto de Bioquímica Médica Leopoldo de Meis, da UFRJ.
“Atualmente, das 500 páginas brasileiras com maior número de seguidores no Facebook, somente cinco falam sobre saúde. O objetivo foi compreender como algumas fanpages abordavam o tema câncer e os aspectos que geravam maior número de comentários, likes (curtidas) ou compartilhamentos, em três páginas com alto número de seguidores e usuários participativos. A partir dessa análise, elaborar e validar uma ferramenta de informática que automatize a análise de conteúdo no Facebook”, conta Priscila Biancovilli, que apresentou os resultados da pesquisa “Facebook e câncer: buscando ferramentas para uma comunicação mais eficiente”, no fim de agosto, em um congresso internacional da RedPop, em Buenos Aires, na Argentina.
O aplicativo será adaptado ao novo formato do Facebook e, posteriormente, disponibilizado para instituições públicas de pesquisa. Sua aplicabilidade pode ser útil para subsidiar os profissionais de comunicação em saúde/câncer na produção de conteúdo que atinja a um público mais amplo e de forma mais eficiente, levando, por exemplo, informações sobre prevenção e diagnóstico precoce. O artigo científico foi publicado no periódico internacional Cogent Social Science (To read or not to read? Identifying communication patterns in three cancer-related Facebook pages | Cogent OA). Em breve, a dissertação completa será disponibilizada no site do Instituto de Bioquímica Médica Leopoldo de Meis, da UFRJ.
O Brasil é o terceiro país com maior número de usuários, atrás apenas de Estados Unidos e Índia. No período de abril de 2016 a abril de 2017 foram computados 24 milhões de novos usuários no pais, de acordo com dados da plataforma de estatísticas Statista.
“Atualmente, das 500 páginas brasileiras com maior número de seguidores no Facebook, somente cinco falam sobre saúde. O objetivo foi compreender como algumas fanpages abordavam o tema câncer e os aspectos que geravam maior número de comentários, likes (curtidas) ou compartilhamentos, em três páginas com alto número de seguidores e usuários participativos. A partir dessa análise, elaborar e validar uma ferramenta de informática que automatize a análise de conteúdo no Facebook”, conta Priscila Biancovilli, que apresentou os resultados da pesquisa “Facebook e câncer: buscando ferramentas para uma comunicação mais eficiente”, no fim de agosto, em um congresso internacional da RedPop, em Buenos Aires, na Argentina.
O aplicativo será adaptado ao novo formato do Facebook e, posteriormente, disponibilizado para instituições públicas de pesquisa. Sua aplicabilidade pode ser útil para subsidiar os profissionais de comunicação em saúde/câncer na produção de conteúdo que atinja a um público mais amplo e de forma mais eficiente, levando, por exemplo, informações sobre prevenção e diagnóstico precoce. O artigo científico foi publicado no periódico internacional Cogent Social Science (To read or not to read? Identifying communication patterns in three cancer-related Facebook pages | Cogent OA). Em breve, a dissertação completa será disponibilizada no site do Instituto de Bioquímica Médica Leopoldo de Meis, da UFRJ.
O Brasil é o terceiro país com maior número de usuários, atrás apenas de Estados Unidos e Índia. No período de abril de 2016 a abril de 2017 foram computados 24 milhões de novos usuários no pais, de acordo com dados da plataforma de estatísticas Statista.
*Funte: Fundação do Câncer.
terça-feira, 29 de agosto de 2017
GASPEC TEVE REUNIÃO COM O PREFEITO DE APODI
O Prefeito de Apodi Alan Silveira reuniu-se na tarde desta terça-feira (29) com integrantes do Grupo de Assistência às Pessoas com Câncer (GASPEC). O objetivo do encontro foi a Semana de Combate e Prevenção ao Câncer, que acontecerá neste município. O gestor, mais uma vez, garantiu total apoio ao evento. Durante a reunião discutiu-se ainda a realização de uma vasta programação para eventos dentro do “Outubro Rosa”.
CÂNCER DO ATOR PAULO SILVINO É UM DOS MAIS COMUNS EM HOMENS
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| Paulo Silvino morreu de câncer de estômago, na última quinta (17) |
— Não há uma explicação do motivo, mas muitas vezes a doença está associada ao tipo de alimentação e ao estilo de vida. Os homens fumam e bebem mais, e a maioria não se importa muito com a saúde, diferentemente das mulheres que costumam ir mais constantemente ao médico — explica o presidente da Sociedade Brasileira de Cancerologia (SBC), Robson Moura.
Esse tipo de câncer é mais frequente em pessoas a partir dos 50 anos. A recomendação é que, ao entrar nessa fase, as pessoas visitem um gastroenterologia pelo menos a cada dois anos, para realizar uma endoscopia, exame que detecta a doença.
A prevenção se dá, principalmente, por meio de uma alimentação saudável, que exclui, por exemplo, o consumo excessivo de alimentos como mortadelas, salames, presuntos e comidas muito salgadas.
— Em algumas regiões do Brasil, onde os alimentos não são refrigerados e a conservação é feita por meio do sal, o número de casos de câncer de estômago aumenta significativamente — comenta Frederico Müller, oncologista clínico do Hospital Fundação do Câncer.
Sintomas pouco específicos
Além de ser frequente, o câncer de estômago preocupa por outro fator: seu diagnóstico precoce é difícil, o que diminui as chances de um tratamento eficaz.
— A mortalidade é alta porque, infelizmente, o diagnóstico é feito de forma tardia, com a doença mais avançada, já que os sintomas não são tão específicos. Enquanto no Japão, 85% das pessoas que têm câncer gástrico estão em fase inicial quando descoberto, no Brasil, em geral, 75% das pessoas que têm câncer de estômago já estão em estágio avançado — compara Robson.
A doença, em geral, só apresenta sintomas (como perda de peso e de apetite, fadiga, sensação de estômago cheio, vômitos, náuseas e desconforto abdominal) quando está em fase mais avançada.
O tratamento mais indicado é a cirurgia, que pode retirar parte ou todo o estômago. A radioterapia e a quimioterapia podem ser empregadas, em alguns casos.
*Fonte: Extra.
segunda-feira, 28 de agosto de 2017
EXERCÍCIOS PODEM EVITAR DE DIABETES A 16 TIPOS DE CÂNCER, DIZEM ESPECIALISTAS
Médicos reunidos no Encontros O GLOBO afirmam que treinos são estratégia eficaz para manter a saúde
RIO - Um remédio que melhora a glicose, combate o estresse, diminui o risco de doença cardiovascular, faz a pessoa emagrecer e reduz a probabilidade de ter 16 tipos de câncer, como de cólon e de pulmão, entre tantos outros benefícios. Assim foi definido o exercício físico pelos médicos que participaram da edição do “Encontros O GLOBO Saúde e Bem-estar” da última quarta-feira, na Casa do Saber do Shopping Leblon.
A plateia, lotada, usou a segunda metade do evento para fazer perguntas aos palestrantes convidados, o ortopedista João Grangeiro Neto e o cardiologista Fabrício Braga. Ambos destacaram que a atividade física é capaz de evitar e tratar mais doenças do que qualquer medicamento comprado em farmácias.
— Até mesmo doenças neurológicas que ainda não entendemos completamente, como o Alzheimer, podem ser retardadas ou evitadas com exercícios físicos — ressaltou Braga. — Segundo estudos, eles conseguem reduzir em 45% a ocorrência de Alzheimer, em 30% o risco de ter diabetes e em 51% o risco de ter fraturas, porque a atividade física melhora a saúde dos ossos e o equilíbrio, evitando as quedas.
O cardiologista enfatizou que, embora a carga genética das pessoas seja um fator que exerce influência sobre a saúde, o aspecto realmente decisivo é a carga de exercícios.
— Foi realizado um estudo na Finlândia com três mil pares de gêmeos, portanto com os mesmos genes, só que em todos os casos apenas um deles praticava exercícios. E esse grupo teve 66% menos incidência de doenças cardíacas, em comparação com os irmãos sedentários. Isso deixou claro que o que define a saúde de alguém é a condição aeróbica dessa pessoa — concluiu.
Já o ortopedista João Grangeiro Neto disse que, com a idade avançada, é comum que uma fratura ou um osso quebrado vire um “encurtador” de vida.
— À medida que envelhecemos, perdemos massa muscular. Isso já é natural. Então precisamos do exercício físico como aliado para que nosso corpo se mantenha firme por mais tempo.
Sob coordenação do cardiologista Cláudio Domênico, o evento teve apresentação e mediação da jornalista do GLOBO Josy Fischberg.
*Fonte: O Globo
A plateia, lotada, usou a segunda metade do evento para fazer perguntas aos palestrantes convidados, o ortopedista João Grangeiro Neto e o cardiologista Fabrício Braga. Ambos destacaram que a atividade física é capaz de evitar e tratar mais doenças do que qualquer medicamento comprado em farmácias.
— Até mesmo doenças neurológicas que ainda não entendemos completamente, como o Alzheimer, podem ser retardadas ou evitadas com exercícios físicos — ressaltou Braga. — Segundo estudos, eles conseguem reduzir em 45% a ocorrência de Alzheimer, em 30% o risco de ter diabetes e em 51% o risco de ter fraturas, porque a atividade física melhora a saúde dos ossos e o equilíbrio, evitando as quedas.
O cardiologista enfatizou que, embora a carga genética das pessoas seja um fator que exerce influência sobre a saúde, o aspecto realmente decisivo é a carga de exercícios.
— Foi realizado um estudo na Finlândia com três mil pares de gêmeos, portanto com os mesmos genes, só que em todos os casos apenas um deles praticava exercícios. E esse grupo teve 66% menos incidência de doenças cardíacas, em comparação com os irmãos sedentários. Isso deixou claro que o que define a saúde de alguém é a condição aeróbica dessa pessoa — concluiu.
Já o ortopedista João Grangeiro Neto disse que, com a idade avançada, é comum que uma fratura ou um osso quebrado vire um “encurtador” de vida.
— À medida que envelhecemos, perdemos massa muscular. Isso já é natural. Então precisamos do exercício físico como aliado para que nosso corpo se mantenha firme por mais tempo.
Sob coordenação do cardiologista Cláudio Domênico, o evento teve apresentação e mediação da jornalista do GLOBO Josy Fischberg.
*Fonte: O Globo
ATLAS REVELA COMO MUTAÇÕES NO GENOMA AFETAM EVOLUÇÃO DO CÂNCER
Estudo mostra as muitas faces da doença e abre caminho para criação de novas ferramentas de diagnóstico precoce e tratamentos personalizados
RIO – Num esforço que especialistas apontam como um dos maiores avanços nos últimos anos na chamada medicina de precisão, ou personalizada, contra o câncer – em que o tratamento é guiado pelas características específicas da doença, como seu perfil genético, num determinado paciente -, cientistas suecos divulgaram ontem um novo Atlas de Patologia Humana que mostra como milhares de mutações associadas a 17 dos principais tipos de tumores afetam a produção de proteínas e o metabolismo das células cancerosas, influenciando assim na perspectiva de sobrevida do doente, isto é, seu prognóstico. Com isso, eles esperam não só melhorar ainda mais as terapias individualizadas como abrir caminho para o desenvolvimento de novas ferramentas de diagnóstico precoce e medicamentos contra os variados tipos de câncer que sejam mais eficientes no ataque aos tumores e, ao mesmo tempo, tenham menos efeitos colaterais.
Já há alguns anos médicos e cientistas sabem que o câncer não é uma doença só, mas manifestações de diferentes alterações no DNA das células que levam a um resultado comum: provocar sua multiplicação desordenada. Portanto, a criação do novo atlas da patologia genética do câncer começa com o próprio sequenciamento do genoma humano, concluído pela primeira vez em 2003. A partir dele, pesquisadores identificaram milhares de mutações associadas ao surgimento dos tumores, que foram reunidas no também primeiro Atlas do Genoma do Câncer, publicado inicialmente em 2013.
MAPA DOS TUMORES MAIS COMUNS
– Este estudo difere de investigações anteriores sobre o câncer por não se focar nas mutações, mas sim nos efeitos finais destas alterações em todos genes que codificam proteínas – destaca Mathias Uhlen, diretor do consórcio Atlas das Proteínas Humanas, que busca revelar como o genoma é traduzido em todas as proteínas que precisamos, o chamado “proteoma”, e líder do esforço do Atlas de Patologia, do qual é derivado e cuja compilação foi relatada ontem em artigo publicado na revista “Science”. – Mostramos, pela primeira vez, a influência dos níveis de expressão (atividade) dos genes (na evolução do câncer), demonstrando o poder do “big data” (grandes quantidades de dados) no modo como a pesquisa médica é feita. E mostramos também a importância das políticas de acesso aberto na ciência, em que os pesquisadores compartilham dados uns com os outros para permitir a integração de enormes quantidades de dados de diferentes fontes.
E de fato não foram pouco os dados usados na criação do novo atlas. Para isso, os cientistas usaram um centro nacional de supercomputação na Suécia para analisar mais de 2,5 petabytes de informação – o equivalente a mais de 33 anos seguidos de vídeos em alta resolução – baseados em dados sobre 17 tipos de tumores em mais de 8 mil pacientes do Atlas do Genoma do Câncer e cruzá-los com dados clínicos dos próprios pacientes para gerar mais de 100 milhões estatísticas de prognósticos da doença. Com isso, eles geraram mais de 900 mil diagramas que mostram como o RNA e os níveis de proteínas por ele codificados para fabricação pelas células cancerosas afetam a expectativa de sobrevida dos pacientes, revelando assim quais mutações têm melhor e pior prognóstico para cada tipo de câncer.
– Este é um dos estudos mais importantes dos últimos anos na área e, arriscaria dizer, uma das maiores ferramentas já geradas para dar base a estratégias de medicina de precisão contra o câncer – considera Carlos Gil, médico do Grupo Oncologia D’Or e diretor da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC). – O Atlas do Genoma do Câncer gerou muitas informações sobre o sequenciamento genético dos tumores, mas ainda faltava uma análise clínica de tudo isso, como sua influência nos prognósticos da doença.
Já para André Murad, coordenador da disciplina de Oncologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e diretor clínico da Personal, clínica especializada no uso do diagnóstico genético para tratamento do câncer, o novo atlas “é um marco na luta” contra a doença ao abrir a trilha para desvendar os efeitos das mutações genéticas no metabolismo das células cancerosas, o que chamou de “metaboloma”. Isto porque, explica, nem sempre uma mutação genética leva à produção de uma proteína defeituosa cujo ganho ou perda de função desencadeie o câncer, assim como nem todo câncer é fruto de uma alteração direta no DNA, podendo também ser resultado dos chamados processos epigenéticos, em que fatores ambientais provocam a ativação ou desligamento de um determinado gene na célula.
– O estudo é um grande salto sobre o Atlas do Genoma do Câncer, pois estabeleceu um paradigma para tudo que está além do genoma no perfil metabólico dos tumores e seu prognóstico – avalia. – Ele pode ajudar a explicar, por exemplo, porque apesar da indicação dada pelo diagnóstico genético alguns pacientes não respondem ao tratamento como o esperado. O câncer na verdade é várias doenças com suas assinaturas genéticas e moleculares individuais, e cada uma delas deve ser tratada de forma diferente se vamos tentar desfazer as consequências moleculares daquela alteração genética daquele determinado paciente.
Tanto Gil quanto Murad destacam que embora os achados do novo atlas ainda precisem ser validados em outros dos chamados coortes de pacientes, já que podem ter sido afetados por características específicas da base de dados usada na sua montagem, eles deverão fundamentar centenas de outros estudos que poderão levar ao desenvolvimento de novas ferramentas de prevenção, diagnóstico precoce e combate ao câncer, como o recém-relatado exame de sangue criado por pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, nos EUA, que se mostrou capaz de detectar mesmo pequenas quantidades de DNA específico da doença e foi usado para identificar de forma acurada mais de metade dos casos de 138 pessoas que estavam com câncer colorretal, de mama, pulmão ou ovário ainda em seus estágios iniciais.
– É difícil saber qual será o tamanho das implicações que ele terá no futuro tanto do tratamento quanto no diagnóstico do câncer, mas certamente será muito grande – diz Gil. – A partir deste atlas, teremos novos biomarcadores para serem usados tanto na medicina de precisão quanto no diagnóstico.
Murad, por sua vez, lembra ainda que com o aprofundamento dos conhecimentos sobre a relação entre o genoma e o metabolismo do câncer será possível reduzir os custos dos diagnósticos genéticos da doença ao focá-los em um grupo menor de genes, ajudando a democratizar o acesso à medicina de precisão, além de permitir a produção de drogas mais específicas contra cada tipo de manifestação da doença, reduzindo a toxicidade, isto é, os efeitos colaterais, do tratamento.
– Outra linha interessante aberta por este estudo é que também poderemos atuar metabolicamente contra o câncer, atacando os fatores que levam ao seu desenvolvimento no lugar de tentar matar as células cancerosas em si – conclui.
*Fonte: O Globo
Já há alguns anos médicos e cientistas sabem que o câncer não é uma doença só, mas manifestações de diferentes alterações no DNA das células que levam a um resultado comum: provocar sua multiplicação desordenada. Portanto, a criação do novo atlas da patologia genética do câncer começa com o próprio sequenciamento do genoma humano, concluído pela primeira vez em 2003. A partir dele, pesquisadores identificaram milhares de mutações associadas ao surgimento dos tumores, que foram reunidas no também primeiro Atlas do Genoma do Câncer, publicado inicialmente em 2013.
MAPA DOS TUMORES MAIS COMUNS
ANÁLISE DE 17 TIPOS DE CÂNCER LEVA EM CONTA DADOS DE 8 MIL PACIENTES
Mas o DNA é apenas o início da história. Localizado no núcleo celular, ele precisa ser “transcrito” por outro tipo de molécula genética, o RNA, que então transmite seu código para organelas dentro das próprias células, os ribossomos, que por sua vez vão seguir suas instruções para finalmente produzir as proteínas que precisamos para viver. Assim, embora alterações no DNA possam levar à produção de proteínas defeituosas, há um longo caminho entre estas mutações e seus efeitos no funcionamento das células. E é bem no meio dele, o chamado transcriptoma, que está o novo atlas.
– Este estudo difere de investigações anteriores sobre o câncer por não se focar nas mutações, mas sim nos efeitos finais destas alterações em todos genes que codificam proteínas – destaca Mathias Uhlen, diretor do consórcio Atlas das Proteínas Humanas, que busca revelar como o genoma é traduzido em todas as proteínas que precisamos, o chamado “proteoma”, e líder do esforço do Atlas de Patologia, do qual é derivado e cuja compilação foi relatada ontem em artigo publicado na revista “Science”. – Mostramos, pela primeira vez, a influência dos níveis de expressão (atividade) dos genes (na evolução do câncer), demonstrando o poder do “big data” (grandes quantidades de dados) no modo como a pesquisa médica é feita. E mostramos também a importância das políticas de acesso aberto na ciência, em que os pesquisadores compartilham dados uns com os outros para permitir a integração de enormes quantidades de dados de diferentes fontes.
E de fato não foram pouco os dados usados na criação do novo atlas. Para isso, os cientistas usaram um centro nacional de supercomputação na Suécia para analisar mais de 2,5 petabytes de informação – o equivalente a mais de 33 anos seguidos de vídeos em alta resolução – baseados em dados sobre 17 tipos de tumores em mais de 8 mil pacientes do Atlas do Genoma do Câncer e cruzá-los com dados clínicos dos próprios pacientes para gerar mais de 100 milhões estatísticas de prognósticos da doença. Com isso, eles geraram mais de 900 mil diagramas que mostram como o RNA e os níveis de proteínas por ele codificados para fabricação pelas células cancerosas afetam a expectativa de sobrevida dos pacientes, revelando assim quais mutações têm melhor e pior prognóstico para cada tipo de câncer.
– Este é um dos estudos mais importantes dos últimos anos na área e, arriscaria dizer, uma das maiores ferramentas já geradas para dar base a estratégias de medicina de precisão contra o câncer – considera Carlos Gil, médico do Grupo Oncologia D’Or e diretor da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC). – O Atlas do Genoma do Câncer gerou muitas informações sobre o sequenciamento genético dos tumores, mas ainda faltava uma análise clínica de tudo isso, como sua influência nos prognósticos da doença.
Já para André Murad, coordenador da disciplina de Oncologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e diretor clínico da Personal, clínica especializada no uso do diagnóstico genético para tratamento do câncer, o novo atlas “é um marco na luta” contra a doença ao abrir a trilha para desvendar os efeitos das mutações genéticas no metabolismo das células cancerosas, o que chamou de “metaboloma”. Isto porque, explica, nem sempre uma mutação genética leva à produção de uma proteína defeituosa cujo ganho ou perda de função desencadeie o câncer, assim como nem todo câncer é fruto de uma alteração direta no DNA, podendo também ser resultado dos chamados processos epigenéticos, em que fatores ambientais provocam a ativação ou desligamento de um determinado gene na célula.
– O estudo é um grande salto sobre o Atlas do Genoma do Câncer, pois estabeleceu um paradigma para tudo que está além do genoma no perfil metabólico dos tumores e seu prognóstico – avalia. – Ele pode ajudar a explicar, por exemplo, porque apesar da indicação dada pelo diagnóstico genético alguns pacientes não respondem ao tratamento como o esperado. O câncer na verdade é várias doenças com suas assinaturas genéticas e moleculares individuais, e cada uma delas deve ser tratada de forma diferente se vamos tentar desfazer as consequências moleculares daquela alteração genética daquele determinado paciente.
Tanto Gil quanto Murad destacam que embora os achados do novo atlas ainda precisem ser validados em outros dos chamados coortes de pacientes, já que podem ter sido afetados por características específicas da base de dados usada na sua montagem, eles deverão fundamentar centenas de outros estudos que poderão levar ao desenvolvimento de novas ferramentas de prevenção, diagnóstico precoce e combate ao câncer, como o recém-relatado exame de sangue criado por pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, nos EUA, que se mostrou capaz de detectar mesmo pequenas quantidades de DNA específico da doença e foi usado para identificar de forma acurada mais de metade dos casos de 138 pessoas que estavam com câncer colorretal, de mama, pulmão ou ovário ainda em seus estágios iniciais.
– É difícil saber qual será o tamanho das implicações que ele terá no futuro tanto do tratamento quanto no diagnóstico do câncer, mas certamente será muito grande – diz Gil. – A partir deste atlas, teremos novos biomarcadores para serem usados tanto na medicina de precisão quanto no diagnóstico.
Murad, por sua vez, lembra ainda que com o aprofundamento dos conhecimentos sobre a relação entre o genoma e o metabolismo do câncer será possível reduzir os custos dos diagnósticos genéticos da doença ao focá-los em um grupo menor de genes, ajudando a democratizar o acesso à medicina de precisão, além de permitir a produção de drogas mais específicas contra cada tipo de manifestação da doença, reduzindo a toxicidade, isto é, os efeitos colaterais, do tratamento.
– Outra linha interessante aberta por este estudo é que também poderemos atuar metabolicamente contra o câncer, atacando os fatores que levam ao seu desenvolvimento no lugar de tentar matar as células cancerosas em si – conclui.
*Fonte: O Globo
sexta-feira, 25 de agosto de 2017
APODI-RN: Roda de Estudo da Lei da brasileira de Inclusão Lei N° 13.146/2015
Na tarde de ontem, quinta feira, (24/08) foi realizada a I Roda de Estudos da Lei Brasileira de Inclusão Intinerante, uma parceria entre APDA e Diretoria de Política e Ações Inclusivas-DAIN, da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte- UERN, com o apoio da Prefeitura Municipal de Apodi, Secretarias Municipais de Saúde, Educação e Cultura, Ação Social. Essa discussão teve como tema principal "Do Direito ao Transporte e a Mobilidade na Perspectiva da LBI (Lei N° 13.146/2015)". Agradecemos à todos os envolvidos nesse evento, à todos que compareceram para prestigiar esse grandioso momento de discussão.
(Vídeo do Blog: Barauna em Dia)
Houve um momento ao qual o prefeito Alan Silveira foi homenageado pela Câmara de Vereadores, com uma Moção de Aplausos pela instalação do "Primeiro Brinquedo Adaptado para Crianças Cadeirantes" em praça pública do Rio Grande do Norte.
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